Bruno Pellegrino, você está se tornando um forte candidato a ser o próximo Sampaio.
Não dá pra discutir com o Sampaio, tem gente que xinga os outros de ignorantes quando dão provas de ignorância. O Sampaio xinga simplesmente por você discordar dele.
Não fique assim.
Próximo Sampaio??? Você chegou a essa conclusão baseado em apenas em um único post???
Existem outros candidatos para usurpar o lugar do Sampaio? Curiosidade.
Bom, fico agradecido pela sua preocupação com o meu futuro, mas acho que não vou mudar de estilo. Estou bastante feliz com ele.
E no fundo, esse seu post é uma forma "malandra" de mandar eu mudar de assunto, não é mesmo? Não vou fazer isso. Serei obrigado a desaponta-lo.
E o que esse sujeito já falou sobre o fato do Heavy Metal ser "um estilo de música perigoso e violento", já não me faz ter qualquer respeito por qualquer texto escrito pela sua pessoa.
Gostei muito desse texto do Jabor sobre o heavy metal, apesar de alguns exageros (que faz parte do estilo dele). O curioso é que Carlos "vândalo" Lopes (dono do Dorsal Atlântica), uma das figuras mais importantes da historia do metal brasileiro, disse algo semelhante em uma entrevista. O Jabor falou algo sobre o "metal ser um partido fascista" ou algo assim e o Carlos Lopes falou que era um "comicio nazista" (pelo que eu me lembro). Claro que eu concordo com as duas análises. Claro que as reações foram diferentes para os dois.
O que me irrita no Jabor é aquela conversa sobre o "sexo" e o "carnaval", e sobre a importância dos dois para a formação do povo brasileiro, como se fosse algo peculiar...
Mas, quanto ao bolsa "esmola": eu ODEIO que falem mal desse programa, porque em geral são uns burguesinhos que nunca viram a pobreza de perto. Vocês com certeza sabem qual é o estado com o pior IDH e o motivo, né? O Maranhão.
Afinal, é com o dinheiro dos burguesinhos que o Lula e sua gangue compram o voto desses "menos favorecidos". Eles tem que agradecer aos burguesinhos todo dia pela esmolinha. Fazer caridade com o dinheiro dos outros é uma graça, não é?
Sobre ver a pobreza de perto, todo mundo que mora numa grande cidade brasileira ja viu. Muitas vezes por sinal. Se for do nordeste então, nem se fala...
E, antes disso, não foi isso que ele falou. Ele só falou uma coisa que eu mesmo falei no tópico de política antigo: o governo anterior era ótimo em esconder a mesma corrupção que hoje está à tona e acontece na cara de pau.
Queira ou não, isso é uma vantagem: a gente ao menos sabe.
Ocorreram vários escândalos de corrupção nos governos anteriores (de Sarney para cá) e foram devidamente divulgados, como eu havia dito anteriormente. Lembrando que os governos anteriores não tinham a "tropa de zelite" (jornalistas, intelequituais, professores de historia, jogadores de rpg, e outros citados anteriormente) para defende-los contra todas as evidencias de roubalheira e incopetência.
O governo do Fhc era odiado e detonado por um monte de gente, mas tinha um relutante defensor, que hoje oculpa o lugar do combalido fhc e se tornou o rei do Congo. Hoje se sabe que esse senhor é um dos maiores psdbistas e defensor do Fhc que existe, mas na época não dava pinta.
O que acontece é que a roubalheira do governo do lula é muito maior do que a dos outros governos (comprovadamente), como eu já havia dito. Por muito menos o Collor caiu.
Grande maioria dos que criticam são universitários leitores de VEJA. A imagem do jovem burguês.
(Odeio usar a palavra burguês, afinal de contas, eu sou um).
Engraçado, eu achava que a maior parte desses jovens burgueses universitários, eram aqueles mesmos que andam com camisas de che"sem perder a dureza jamais" guevara, defendem com unhas e dentes o mst e outros movimentos suspeitos, falam mal (apesar de usufruirem) dos "amerikanus", do "capitalismu", do "neuliberalismu", exaltam a pobreza e no fim de semana dão uma lida rapida na carta capital e caros amigos. E quando você se recusa a concordar com um deles te chamam de idiota aculturado, reacionario ou alguma bobagem parecida.
E a sua frase final, é uma demonstração da sindrome de Estocolmo.
Sobre o bolsa esmola, esmola familia, esmola cachaça, esmolinha do tio lula , que estão sendo discutidos, eu acho engraçado que o pessoal ta considerando que essa pratica é uma brilhante invenção do lula, e não é. Já existiam no governo do Fhc, mas tambem não foi ele que inventou. Todos os governos pós ditadura militar utilizaram essa velha tradição coronelista nordestina de dar esmola para comprar voto e controlar as legiões maltrapilhas. Tambem utilizaram o empreguismo, mas ai é outra historia. O que o Lula fez foi aumentar estupidamente a quantidade de esmolas e aplica-las para um numero bem maior de pessoas. E o mais importante de tudo: ele faz uma imensa campanha publicitária sobre isso. Tudo financiado com o dinheiro do contribuinte, é claro.
A mesma coisa ocorre com o mst, que ganhou uma verbinha de todos os governos, mas no do Lula ganhou muito mais.
Obviamente não resolve o problema da pobreza a longo prazo, mas mantem aquelas pessoas na coleira prontas a lamber a mão do seu beneficiador. O Lula como se sabe, não tem nenhum preparo, conhecimento ou ideias (tambem não tem carater, mas ai é outra historia) para ocupar o cargo que ele oculpa. A unica coisa que ele sabe fazer é apelar para esse populismo barato (e pro patriotada) e copiar a politica econômica do governo passado.
Agora tambem é verdade que esse tipo de assistencialismo não é exclusividade do Brasil. Ocorre em outros paises. Na Alemanha e na Suécio o sujeito recebe uma grana quando fica desempregado, só que nesses paises (que são sérios) a coisa não assume o aspecto que tem no Brasil. Da forma como é feito no Brasil, é uma compra de voto descarada. Uma conhecida minha que morou na França, disse que la tambem rolava bastante desses "programas sociais", e como todo mundo sabe, esses programas tem um custo alto que é pago atraves de pesados impostos (e a França é campiã disso na Europa). Tanto que o novo presidente da frança em sua campanha disse que ia rever esse excessivo gasto com essa pratica.
"Aqueles que não conseguem se lembrar dos erros do passado estão condenados a repeti-los."
- George Santayana