Se o DDB é anti-militância, ele também é contra a sua própria militância anti-militância? 
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Se o DDB é anti-militância, ele também é contra a sua própria militância anti-militância? 




Para você, sua causa é a coisa mais importante do mundo. Ela trespassa todos os eventos, e te impede de tomar um posicionamento que não seja a sua própria causa. Exemplo: numa manifestação em que há fascistas e neonazistas de um lado, e um grupo mais heterogêneo de outro, tudo que você conseguiu dizer foi: "aposto que houve exagero do outro lado também". Comparação: imagine os milhares de micropartidos que atuam na universidade, e não conseguem nem se juntar em torno dos pontos mais comuns porque vem todos os outros como inimigos equivalentes àquilo que eles lutam contra.
Como todo militante, você sempre tenta trazer o assunto a tona, mesmo quando o ponto no momento não é este.
é a primeira linha da sua assinatura num fórum de RPG.
Como todo militante, você não encara bem quando fazem humor em cima da sua causa, por mais inocente que este humor seja.
12/04/2011 18:11
Bolsonaro se compara a deputados que erraram ao apoiar escravidão
Na defesa que entregará à Corregedoria, o deputado Jair Bolsonaro vai comparar seu caso ao de deputados que se equivocaram ao assinar, em 1993, um projeto fantasioso que previa o retorno da escravidão no Brasil.
Diógenes Santos
Bolsonaro: quem procura advogado "é porque tem culpa no cartório."O deputado Jair Bolsonaro (PP-RJ) afirmou que vai entregar sua defesa à Corregedoria nesta quarta-feira (13), último dia do prazo. Ele é alvo de representações que o acusam de racismo por declarações dadas ao programa CQC, da TV Bandeirantes.
Na ocasião, questionado pela cantora Preta Gil sobre o que faria se um filho seu se apaixonasse por uma negra, Bolsonaro respondeu que não iria “discutir promiscuidade” e que seus filhos não correriam esse risco porque “foram muito bem educados”. Após a repercussão, o deputado disse que entendeu errado a pergunta, confundindo a palavra negra com gay.
A defesa de Bolsonaro vai comparar o caso a um episódio ocorrido em 1993, quando mais de 50 deputados assinaram um projeto fantasioso, distribuído pela Folha de S. Paulo, para retornar o Brasil à condição de colônia de Portugal e restabelecer a escravidão no País – o objetivo do jornal seria provar que os deputados não liam as propostas antes de assiná-las. “Esses que assinaram tal proposta se equivocaram ou são racistas? Quando outros erram é humano, quando eu erro é racismo?” questionou.
Bolsonaro disse ainda que vai chamar como testemunhas alguns dos deputados que assinaram a chamada “PEC da Escravatura”, entre eles o ex-ministro da Casa Civil José Dirceu. Ele acrescentou que está elaborando o documento de defesa com a ajuda apenas do seu chefe de gabinete. “A pessoa que procura um excelente advogado é porque tem culpa no cartório”, afirmou.
Homofobia
Sobre as críticas de que seja homofóbico, Bolsonaro disse que vai continuar combatendo ações do governo como o Plano Nacional de Promoção da Cidadania e Direitos Humanos LGBT e a distribuição, nas escolas, de cartilhas anti-homofobia elaboradas pelo Ministério da Educação.
“Passar filminho pornográfico para estudantes do segundo grau é para estimular o homossexualismo”, criticou. “A minha briga não é com esse homossexual bípede que anda e corre por aí; o que não quero é que o kit gay chegue à molecada que ainda está engatinhando”, continuou.
Bolsonaro chegou a censurar o apresentador do CQC, Marcelo Tas, que afirmou ter orgulho de sua filha homossexual. “Eu teria vergonha de ter uma filha lésbica ou um filho gay e duvido que um pai queira ter um filho homossexual. Para mim, é igual à morte”.

“Passar filminho pornográfico para estudantes do segundo grau é para estimular o homossexualismo”, criticou. “A minha briga não é com esse homossexual bípede que anda e corre por aí; o que não quero é que o kit gay chegue à molecada que ainda está engatinhando”, continuou.
Bolsonaro chegou a censurar o apresentador do CQC, Marcelo Tas, que afirmou ter orgulho de sua filha homossexual. “Eu teria vergonha de ter uma filha lésbica ou um filho gay e duvido que um pai queira ter um filho homossexual. Para mim, é igual à morte”.
20/06/2011 17:38
Relator quer ouvir Marcelo Tas, Preta Gil e senadora sobre caso Bolsonaro
Laycer Tomaz
O relator do processo contra o deputado Jair Bolsonaro (PP-RJ) no Conselho de Ética e Decoro Parlamentar, Sérgio Brito (PSC-BA), quer convidar a senadora Marinor Brito (Psol-PA), o apresentador de TV Marcelo Tas e a cantora Preta Gil para testemunhar sobre o caso.
Segundo Brito, os convites serão feitos depois da apresentação do parecer prévio, prevista para o dia 29. Se o conselho aprovar a admissibilidade do processo (quando o caso é apto a ser investigado), começa a contar prazo de 10 dias úteis para a apresentação da defesa. Depois, o relator terá 40 dias úteis para ouvir as testemunhas e mais 10 para elaborar o parecer final.
Bolsonaro é acusado pelo Psol de disseminar preconceito e estimular violência com declarações contra negros e homossexuais. A representação do partido cita uma discussão com a senadora Marinor Brito durante debate sobre o projeto que criminaliza a homofobia, ocorrido no dia 12 de maio, no Senado.
Segundo o Psol, o deputado teria ofendido a senadora. Já Bolsonaro afirma que ele é quem foi agredido verbalmente por Marinor.
O texto também relata a participação de Bolsonaro no programa CQC, da TV Bandeirantes, apresentado por Marcelo Tas. Quando perguntado por Preta Gil sobre o que faria se o filho namorasse uma negra, o deputado disse que não discutiria "promiscuidade" com a cantora. Depois da exibição do programa, Bolsonaro afirmou ter entendido errado a pergunta, confundindo negra com gay.
Reportagem - Geórgia Moraes/Rádio Câmara
Edição – Daniella Cronemberger


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