O problema, Smaug, é que o guerreiro é a classe mais genérica. Fazer algo corpo-a-corpo não fará justiça aos gishes e arqueiros, e vice-versa. Você precisa achar um equilíbrio nessa coisa de genérico e, ao mesmo tempo, dar um ar exclusivo, e foi isso que eu e Fëanor tentamos fazer.
Você pode pensar em coisas baseadas em nível, tipo "arma predileta": no nível 1, o cara escolhe uma arma predileta. Aí ganha +1 em ataque e dano com ela. No nível 5, isso aumenta para +2, e ele escolhe uma segunda arma para ganhar só +1. No nível 10, +3/+2/+1. No nível 15, +4/+3/+2/+1. No nível 20, +5/+4/+3/+2/+1.
Aí você elimina especialização em arma (e versão aprimorada) e foco em arma aprimorado como talentos bônus, para evitar uma escalada absurda de bônus.
Sei lá, só uma idéia. Conceder bônus crescentes em manobras também seria legal.












era um grupo de arma