Torneco escreveu:Eu já acho o contrário. Seria muito bom que os livros viessem com uma descrição no mínimo decente sobre as criaturas que apresenta, pra facilitar o uso dela. Mesmo ele sendo um livro "básico" e "genérico", grande parte das criaturas não sofrerá mudanças de comportamento de um cenário pra outro.
Eu discordo disso. As ambientações mais interessantes do passado sempre deram uma nova cor a s criaturas para favorecer as histórias (que tem mais conteudo) e individualidade do cenário. Ambientações como Birthright, por exemplo, tem um tratamento todo especial as criaturas (na forma de abominações) e acho o suplemento dos monstros vital para quebrtar o estereótipo dos usuários dos Livros dos Monstros, mesma coisa com Ravenloft e DragonLance, monstos que não aparecima ali provavelmente eram subaproveitados (algo como preenchimento de tabelas de encontros aleatórios) ou simplesmente não existiam no cenário.
E olha que o Livro dos Monstros de AD&D não era genérico e sim a coletanea de monstros de diversas ambientações. Para mim se você tem uma ficha genérica e utiliza a história do jeito que está é bem mais provável que use apenas a criatura apenas como fonte de combate (as outras com certeza serão mais trabalhadas), já que todas as inconsistencias entre o que está descrito no livro e os requerimentos do cenário serão sumariamente desconsideradas.
Desta forma, se o mestre quiser dar conteudo ao monstro terá que trabalhar em cima dele de uma forma de outra, com isso a discussão entre ter uma página de descrição por monstro (ou algo que o valha) se torna uma discussão sobre aproveitamento de espaço.