por Anonimous000 em 21 Jun 2008, 00:00
Fazendo umas coisas agora, mas não sei se vou ter tempo pra postar ainda hoje, então um opst rápido.
No podcast sugeriram colocar o jogador powergamer numa posição de liderança do grupo, citaram até um caso envolvendo a classe Warlord do novo D&D.
Bom, meus dois centavos sobre o assunto (e como algo semelhante já ocorre no meu grupo):
Eu não gosto de outros jogadores dizendo como meu personagem deve agir fora do jogo, mas nunca passei numa situação em que isso ocorre-se in game (como o já citado Warlord) e não sei como reagiria nessa situação.
Agora, no meu grupo. O tal powergamer tem o hábito de tentar mandar nos outros jogadores, tenha alguma moral para isso ou não. Nas vezes em que ele recebe uma resposta do tipo "meu personagem não pode fazer isso" ou "eu não tenho essa magia" ele fica reclamando que os outros estão com personagens mal feitos. Certa vez a namorada dele (ex no atual momento) jogou uma partida, ele fez o personagem dela, mas ficava guiando tanto ela, e cortando sua liberdade "não, isso não vai dar certo, faz isso", que ela se encheu e nunca mais jogou.
Numa outra oportunidade ele decidiu começar a mandar no grupo (que havia acabado de se encontrar, com personagens que não se conheciam de anteriormente, era a primeira sessão da campanha, e foi a única). Num certo momento ele decidiu mandar um dos outros ir na frente pra entrar num lugar, o outro óbviamente se recusou, ele não tinha qualquer motivo para obedecer, e retrucou que o powergamer tinha que ir na frente. O powergamer, irritado por não ser obedecido, atacou ele, a cena se degenerou numa briga total (exceto por um jogador que resolveu entrar no local onde eles precisavam entrar), o powergamer foi forçado a fugir para não perder o personagem (via teleporte) e, mesmo depois de escapar deu um jeito de lançar um último ataque e matar o jogador que não o obedeceu mais cedo. No final das contar o grupo estava com dois personagens a menos, um morto e um fugido e jurado de morte, dois feridos e um inteiro (o que foi na frente no final) eu, sabendo o que havia lá dentro, decidi assustar eles pra longe (era uma única criatura, mas era pra ser um desafio digno de cinco personagens com recursos totais, não de três com dois feridos, seria um massacre. A aventura parou por ali mesmo.
Em outras palavras, mesmo depois de ouvir o podcast eu ainda me vejo de mãos atadas (a única solução que me parece que teria efeito seria se livrar do tal jogador, mas como disse antes, não é exatamente uma opção). Vou seguir as dicas para procurar novos jogadores, veremos no que vai resultar.