Tá, sem brincadeiras daqui em diante) mas eu acredito que o rpg tenha esperanças de crescer a partir dessa onda.Até mesmo porque eu tenho cá uma teoria, totalmente minha e achista, de que essa onda virtual leva a um efeito reverso. No começo o hype da internet provocou exatamente o que disseram, mas o usuário vem a se cansar desse ritmo isolado virtual. Por exemplo, das listas de discussão, usenet e mirc passamos para msn e páginas de relações pessoais como o Orkut. Ou seja, as previsões de que como a internet seria sobre o anonimato já caíram um pouco por terra, já que agora a moda é mostrar a verdadeira cara nela. A internet, e esse universo eletrônico, ao meu ver é como um martelo. Você pode cosntruir algo excelente com ele como pode destruir algo ou alguém. Na minha visão ela está sendo usada para ambos. Vejo esse isolacionismo como sociedades inteiras se formando por causa dela, e socialização. Vide o exemplo da própria Spell, afinal, estamos todos aqui em contato, e até se conhecendo pessoalmente. Graças a esses novos meios de interação.
Para mim o rpg tem uma salvação clara, perante esse aspecto virtual. Eu chamaria de transposição. Basta transpor as emoções da mesa num jogo virtual (o que é possível, exceto pela socialização e imaginação do rpg de mesa), um mmorpg por exemplo, com as mesmas regras e ambientações do rpg de mesa, de um modo a não exigir que os jogadores conheçam a regra do rpg de mesa para jogar. Por exemplo, o D&D online está fazendo isso. E porque eu acho que a salvação está aí? Porque sabendo que o jogo virtual que tanto gostam vem de um jogo diferente jogado pessoalmente os jogadores virtuais estão a um passo de se aproximarem do rpg de mesa. Como eu vi o never winter nights e baldurs gate, que sequer eram mmorpgs, fazer. Sem falar que, nenhum jogador de rpg, rpgista de verdade, abandona o hobby por um jogo virtual. Logo esses jogos têm mais chances de trazer mais jogadores ao nosso hobby do que tomar jogadores dele.




).




