Digamos que Pathfinder faz diversas mudanças cosméticas em D&D 3.5, mas não vai muito além disso (como foi anunciado para um RPG que queria ser retrocompatível com D&D 3.5). Digamos que é como se você pegasse um carro com um motor avariado e um exterior bonitinho e mudasse a pintura, os faróis e o estofamento de veículo - mas o motor continua com problemas.
EDIT: Se quer uma análise bem mais profunda, vide "
The 3.5/Pathfinder HandbookO guerreiro ficou excelente imho.
Palavra de alguém que mestrou para um grupo que incluía um Guerreiro puro do nível 1 ao 16: Ele é o mesmo bobão de sempre.
Certo, ele ataca muito bem e é um mestre no uso de manobras. Ou seja, exatamente como era no 3.5. Isso é
levemente atenuado no Advanced Player's Guide onde parece que alguém notou que "Hey, o que é que o Guerreiro faz além de ter talentos e atacar?"(E Profano Zeus, porque os talentos que deveriam dar habilidades realmente legais para o Guerreiro são todos ativados apenas em Ataques Decisivos?) e deu a opção de trocar algumas habilidades de classes por "pseudo-manobras".
Por outro lado, de fato algumas classes receberam melhorias substanciais em Pathfinder: O Paladino (Ele virou uma saudável mistura de "Pseudo-Buffer" com Combatende Bastante Competente), os Conjuradores (Não em um sentido de "Eles tem mais poder", e sim de incorporaram algumas habilidades de classes úteis em níveis baixos, fazendo a progressão soar mais suave) em especial o Feiticeiro (As Linhagens diferenciam de fato a classe do Mago) e o Druida (Progressão padronizada para o seu Companheiro Animal e a Forma Selvagem as tornam habilidades decentes - mas não Game-Breakers, como antes) e o Monge (Embora aqui eu estou sendo anedótico, mas eu tive uma boa impressão do Monge que vi em jogo).
Vale a pena trocar definitivamente o 3.5 por ele?
Vou ressoar ao Oda:
Se você tem alguns livros de D&D 3.5: Troque por Pathfinder.
Se você era um entusiasta do D&D 3.5 e tinha acesso a livros como Tome of Magic, Tome of Battle e Magic of Incarnum: Não troque por Pathfinder. A Wizards foi muito mais "inovadora" nos últimos anos de D&D 3.5 do que a Paizo é com Pathfinder (Novamente, mérito/culpa da Retrocompatibilidade).
"Eu não sou católica, mas considero os princípios cristãos - que tem suas raízes no pensamento grego e que, no transcorrer dos séculos, alimentaram todas as nossas civilizações européias - como algo que uma pessoa não pode renunciar sem se aviltar" Simone Weil
When you decide to grant power to government, start by thinking "What powers would I allow the government to have over me if I knew that my worst enemy in the world was going to be in charge of this government?" - Hastings & Rosenberg.