[Metatópico?] Guerra de edições, O que os jogadores esperam

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Re: [Metatópico?] Guerra de edições, O que os jogadores espe

Mensagempor Smaug em 24 Nov 2010, 22:02

Classes marciais essenciais - elas não tem poderes diários, só de encontro.

Sim, mas quais as mudanças pra deixar isso equilibrado com as classes que tem os diários?

Alguém aqui na Spell disse que classes convencionais marciais usam 'ki' e por isso tem diarios e classes essenciais não usam e por isso não os tem.

Ki era pra ter sido uma das fontes de poder, porém, foi descartado em prol do psiônico. Classes marciais tiram sua habilidade do treino constante...
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Re: [Metatópico?] Guerra de edições, O que os jogadores espe

Mensagempor Kinn em 24 Nov 2010, 22:22

"KI" como se fosse fluff, por isso entre aspas. Numa mesa um cara fez um samurai que usava poderes de ki. Na ficha ele eram um bárbaro com altas doses de re-fluff
Isso pode ser aplicado pros personagens marciais que têm diários para explicar pq não usam seus poderes toda hora.

Ou a explicação do Kenshin. Ela é boa também.

E as classes essenciais são equilibradas, têm outros elementos mecânicos para compensar a falta de diários, da mesma forma que psiônicos não tem poderes de encontro e não são defasados em relação as outras classes.
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Re: [Metatópico?] Guerra de edições, O que os jogadores espe

Mensagempor GoldGreatWyrm em 24 Nov 2010, 22:44

Sem contar que algumas classes tem opções de atacar defesas diferentes, o que resulta em chances de acertar diferentes para oponentes difertes.
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Re: [Metatópico?] Guerra de edições, O que os jogadores espe

Mensagempor AKImeru em 24 Nov 2010, 22:48

Em resposta das classes essentials sem daily power:

Elas tem mais poderes passivos sempre ativos, como Auras.
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Re: [Metatópico?] Guerra de edições, O que os jogadores espe

Mensagempor Elven Paladin em 25 Nov 2010, 00:18

Ki era pra ter sido uma das fontes de poder, porém, foi descartado em prol do psiônico.


Não exatamente, foi descartada por que... boa pergunta. A desculpa oficial é que não havia identidade mecânica entras as classes de Ki além de "elas parecem orientalóides" e o Monge foi realocado para a fonte Psiônica (e ainda assim soa deslocado, mas aqui pode ser o meu fleuma antiorentalóide falando mais alto). Ou talvez devido as mudanças na condução de D&D, já que a fonte Ki, Elemental e Shadow foram anunciadas para serem lançadas posteriormente ao PH3 - mas então surgiu um Essentials no caminho.

Em resposta das classes essentials sem daily power:

Elas tem mais poderes passivos sempre ativos, como Auras.


E sérios problemas em se misturar com outras classes da linha normal de D&D 4e, especialmente Multiclasse/Híbridos. Por outro lado, eu me simpatizo muito mais com o Slayer, Knight e Thief ( E o Executioner - ao menos antes da versão final ) do que com as classes normais (o que não deve ser a menor surpresa para vocês).

Ao alcançar o nível 10, todos os personagens ganham acesso a uma lista de poderes. E todos eles, dentro dessa lista, vao poder escolher entre coisas muitas parecidas. Serão (friso, é um exemplo) 5d6 de dano. Talvez seja fisico, talvez seja radiante, talvez seja... qualquer coisa. Mas serão 5d6. Essa rigidez na variação de dano dos poderes dos personagens me transmite a impressão que, não importa o que você escolha ser, vai acabar fazendo a mesma coisa. Mais ainda: todos atacam com os mesmos bonus. Metade do nivel+qualquer atributo (existe talento que permite a escolha do atributo a ser aplicado nas jogadas de ataque, não recordo o nome). Significa dizer que um mago e um ranger tem aproximadamente as mesmas chances de acertar um ataque. Me parece exagerada a força que fizeram para equilibrar as classes.


Essa impressão é muito verdadeira até que se jogue ao menos umas 5 sessões e experimente jogar com ao menos duas ou três classes diferentes - então ela se mostra uma visão equivocada, quando vai se notar que os Strikers causam consistentemente mais dano mas tendem a ser mais frágeis e móveis, que Defensores são mais resistentes e tendem a ter defesas um pouco melhores que o grupo e são hábeis em colocar a condição Marked, que Leaders tem o menor dano de todas as classes do sistema, mas aumentam a capacidade ofensiva/defensiva dos outros personagens, dão ataques extras ("enabling") e podem ser bons debuffers e que Controllers tendem a usar mais efeitos de Blast/Burts, são a classe mais frágil em defesas e costumam a colocar as piores condições possíveis nos oponentes.

E se quer verificar as diferenças entre classes e funções na 4e jogue com um Ranger de Arco e um Ladino do tipo Artful e você verá como eles se utilizam de estratégias diferentes, com forças diferentes, para o mesmo objetivo.
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Re: [Metatópico?] Guerra de edições, O que os jogadores espe

Mensagempor Kinn em 25 Nov 2010, 04:43

Isso pra não falar ddos outros strikers; o avenger segue outra logica para garantir que seja alto causador de dano, idem sorcer etc.
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Re: [Metatópico?] Guerra de edições, O que os jogadores espe

Mensagempor AKImeru em 25 Nov 2010, 08:11

Eu estou convencido que se as pessoas jogassem a quarta edição antes de critica-la eles teriam maior base para seus argumentos além de maior aceitação como uma alternativa - mesmo que pessoalmente não gostem.
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Re: [Metatópico?] Guerra de edições, O que os jogadores espe

Mensagempor Monge da Dungeon em 25 Nov 2010, 09:07

Pessoalmente eu achei a 4ª edição a melhor edição até o presente momento.

Mestrei (como sempre), mas como jogador não tive experiência alguma.

A questão do equilíbrio entre as classes e colocar suas habilidades sobre um mesmo conjunto de regras para mim foi o TOP of Mind do D&D. Agora você pode jogar com a classe que desejar sem sentir-se colocado para escanteio num confronto direto.

A maior crítica que tinha com relação ao AD&D era justamente a diferença de regras entre as classes: cada uma possuía regras próprias. Isso foi amenizado na 3.x e na 4ª resolvido.

Quanto as críticas do 4ª edição serem muito “anime” por causa dos nomes de golpes, é a mesma coisa dizer que Final fantasy é muito D&D porque tem grau de poder escalonado em níveis...
Existe muitas referência na vida real de determinados golpes de artes marciais terem nomes. Os socos de boxe tem nomes: cruzado de direita/esquerda, direto, etc. E aí? Boxe é muito anime?

O que me deixa mais perturbado é gente vir me dizer que é muito anime dizer o nome do golpe que será usado e jogar um certo jogo que possui 3 formas de ataque:

Ataque Básico!

Ataque Total!

Carga!

Todas as 3 formas de ataque tem nomes!
Eu fico imaginando que para uma sessão não ser considerado anime tenho que explicar o que quero que meu personagem faça com mímica de dedinhos e onomatoéias do tipo: pá, soc! pow!

O problema seria gritar o nome do golpe, tipo: Hadouken? Não lembro de ler no LdJ que o personagem tenha que, obrigatoriamente, berrar os nomes dos seus ataques aos 4 ventos!

Alguém me diz onde há fundamento para acusação de anime style? E mesmo que fosse e daí?

O que eu não gosto na 4ª edição é criar classes uma das minhas diversões de momento de ociosidade, pois é sacal ter de fazer características gerais de classe + lista com 100 poderes em média. Mesmo copiando poderes fica bem complicado, mas é um detalhe que em si não afeta a qualidade do jogo, pois trata-se de algo meu e não do jogo em si.

Flws
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Re: [Metatópico?] Guerra de edições, O que os jogadores espe

Mensagempor ferdineidos em 25 Nov 2010, 10:55

Monge da Dungeon escreveu:Quanto as críticas do 4ª edição serem muito “anime” por causa dos nomes de golpes, é a mesma coisa dizer que Final fantasy é muito D&D porque tem grau de poder escalonado em níveis...
Existe muitas referência na vida real de determinados golpes de artes marciais terem nomes. Os socos de boxe tem nomes: cruzado de direita/esquerda, direto, etc. E aí? Boxe é muito anime?


Capoeira tem rabo-de-arraia, martelo, ponteira, meia-lua, etc...

Com relação à 4ed, gostei bastante do sistema, mas acho que o número crescente de opções vem me desestimulando.

Sempre aparece uma coisa nova, muito boa, diferente que acaba meio que ofuscando as anteriores. Feats novos que simplesmente inutilizam feats antigos. Sem contar nos constantes up-dates (que são necessários, concordo) que mudam muita coisa. É meio cansativo de acompanhar pra mim, até por que não tenho muito tempo para jogar e acompanhar, mesmo.

Tenho medo que aconteça o que aconteceu com a 3.5, um número sem fim de suplementos que pra fazer uma ficha é necessário consultar 15 livros.

Mas ei, isso tá mais pra resmungo de velho que qualquer outra coisa, rs. Mas sinto falta do Gurps nesse aspecto, onde com 4 livros posso fazer qualquer coisa.
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Re: [Metatópico?] Guerra de edições, O que os jogadores espe

Mensagempor GoldGreatWyrm em 25 Nov 2010, 10:57

Talentos, perícias e poderes podem ser retreinados, ficadica ;)
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Re: [Metatópico?] Guerra de edições, O que os jogadores espe

Mensagempor Metal Sonic em 25 Nov 2010, 11:00

Eu acho que ele quis dizer que sempre é lançado no material novo Feats que tornam os outros inúteis. Ok, dá para retreinar, mas essa corrida armamentista sempre enche um pouco o saco.
Think of it like a movie. The Torah is the first one, and the New Testament is the sequel. The Qu'ran comes out, and it retcons the last one like it never happened. There's still Jesus, but he's not the main character anymore, and the messiah hasn't shown up yet.

Jews like the first movie but ignored the sequels, Christians think you need to watch the first two, but the third movie doesn't count, Moslems think the third one was the best, and Mormons liked the second one so much they startred writing fanfiction that doesn't fit with ANY of the series canon.
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Re: [Metatópico?] Guerra de edições, O que os jogadores espe

Mensagempor Aluriel de Laurants em 25 Nov 2010, 11:04

Algumas técnicas de Shaolin do Note tem nomes, como por exemplo, Dragão que Segue a Bainha (uma técnica de espada), e alguns chutes como chute Andorinha e por aí vai... é desculpa/mimimi de chorão com filtro nostálgico reclamar dos nomes dos golpes.

Além do mais os nomes de golpes do guerreiro são coisas bem mais diretas, como Ataque Giratório, Knock Them Down e etc... enquanto golpes de conjuradores são mais elaborados que nem o Maldição do Sonho Sombrio do feylock.
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Re: [Metatópico?] Guerra de edições, O que os jogadores espe

Mensagempor Lumine Miyavi em 25 Nov 2010, 11:55

O problema é que um "Dragão que segue a Bainha" é anime enquanto "Mansão Magnífica de Mordenkainen" é fantástico. Pra mim é a mesma coisa, porém...
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Re: [Metatópico?] Guerra de edições, O que os jogadores espe

Mensagempor ProxAlestorm em 25 Nov 2010, 14:20

Aff, não to acreditando que vcs estão discutindo sobre os nomes dos poderes. Pra mim isso é o que menos importa, mesmo porque, como foi citado anteriormente, o personagem não precisa de falar/gritar o nome dos poderes ao executá-los. Em relação a quantidade de poderes, isso concordo que pode deixa o jogo um pouco chato, pelo fato de recorrer sempre ao livro quando o personagem decide usar um poder que ele não usa toda hora. Na minha mesa por exemplo, adotei o método de anotar a pág. do livro referente ao poder, na ficha de cada personagem, o que acho mais fácil que confeccionar cartões de poderes.
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Re: [Metatópico?] Guerra de edições, O que os jogadores espe

Mensagempor Elven Paladin em 25 Nov 2010, 14:26

Isso pra não falar ddos outros strikers; o avenger segue outra logica para garantir que seja alto causador de dano, idem sorcer etc.


Isso é válido para toda função, na verdade - os Strikers acabam sendo o melhor exemplo que são a maioria das classes do sistema. Mas eu também gosto de citar os Defenders, basta ver a diferença de jogo entre um Shielding Swordage, um Chaladin Multimarker e um Brawler Fighter ( ou apenas veja os 7 tipos possíveis de Guerreiro :b ).

O problema é que um "Dragão que segue a Bainha" é anime enquanto "Mansão Magnífica de Mordenkainen" é fantástico. Pra mim é a mesma coisa, porém...


Bem vindo aos "Old Schoolers". :b
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