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Youkai X escreveu:Qual o cenário padrão? D&D genérico? Se for, a informaçào nem de longe era rápida e segura como no mundo real atual, ficaria nas mãos de pessoas especializadas e poderosas, que não dariam de graça qualquer informação.

O que eu acho curioso é que quando as pessoas querem fazer um desafio para o jogador, tipo uma charada, lembro de você dizer que prefere que o desafio seja para o personagem, não para o jogador, ou que o jogador possa se safar com um teste de inteligência.
Agora, quando o jogador tem algo que o personagem não tem que pode beneficiá-lo, ele pode usar?
Num mundo em que existem pessoas que VIVEM de matar monstros, você acha que absolutamente NINGUÉM teria acesso a esse tipo de informação, AINDA MAIS na mesma "profissão"?





Youkai X escreveu:Ok, FR. E esse por acaso é um mundo feliz onde informações sobre monstros são dadas precisamente em cartilhas escolares em cada vilarejo?


Smaug escreveu:Eu não entendo essa birra com o metagame... até onde ele atrapalha? Quer dizer, um encontro fica menos desafiador se vc souber que "trolls não regenram dano de fogo e ácido". Jogadores tem sempre que estar com aquela cara de merda e surpresa em todos os encontros, enquanto o mestre se senta atrás do escudo e sorri? Sério, eu mestrei a trilogia do fogo das bruxas e aquilo eh um puta metagame, todo mundo sabe desde o começo que a Alexia está por trás de tudo, eu toh jogando agora a mesma aventura e adivinhe? O metagame não tah nem de longe atrapalhando...Eu não entendo essa birra com o metagame... até onde ele atrapalha? Quer dizer, um encontro fica menos desafiador se vc souber que "trolls não regenram dano de fogo e ácido". Jogadores tem sempre que estar com aquela cara de merda e surpresa em todos os encontros, enquanto o mestre se senta atrás do escudo e sorri? Sério, eu mestrei a trilogia do fogo das bruxas e aquilo eh um puta metagame, todo mundo sabe desde o começo que a Alexia está por trás de tudo, eu toh jogando agora a mesma aventura e adivinhe? O metagame não tah nem de longe atrapalhando...
Youkai X escreveu:Ok, FR. E esse por acaso é um mundo feliz onde informações sobre monstros são dadas precisamente em cartilhas escolares em cada vilarejo?
Gladius Dei escreveu:Youkai X escreveu:Ok, FR. E esse por acaso é um mundo feliz onde informações sobre monstros são dadas precisamente em cartilhas escolares em cada vilarejo?
Não, mas bardos são personagens comuns. Tradição oral, novamente, que vocês estão descartando, aparentemente.
Considerando que num mundo "padrão" como FR, Trolls existem na maioria absoluta dos cantos (sério, tem trolls das montanhas, do gelo, dos pântanos, das planícies, do subterrâneo, dos desertos, só não conheço trolls dos vulcões), a maioria das civlizações já teve que lidar com eles de uma forma ou de outra, e já teve que descobrir seus pontos fracos. Alguém pode não ter visto sobre trolls, mas não duvido nada que alguém de um vilarejo sabe, com certeza, que fogo afasta essas criaturas. E sendo os aventureiros a epítome dos corajosos/loucos, seria bobagem não esperar que eles aprendessem algumas coisas básicas assim (e se não soubessem, que o Mestre então conceda o teste de conhecimento para ver se eles descobrem no meio da batalha).
SE o Troll, *no mundo de vocês, for um ser raro, *vocês como Mestres podem querer forçar os jogadores a não usarem seus poderes. No é algo que eu, como Mestre, recomendo em nenhum momento, porque o objetivo é a diversão e não o rail-roading de como os personagens devem agir porque vocês quiseram colocar o troll como um desafio, sendo este uma criatura carimbada por qualquer pessoa que já enfrentou um uma vez na vida em qualquer sessão de RPG e que poderia ter sido substituida por qualquer outro desafio semelhante.
Sério, vamos pensar por um momento naquelas questões levantadas anteriormente? É metagame? E daí, o que fazemos? Nessa situação, *devemos punir? *Como vamos punir então? Nós não estamos falando de um monstro raro, estamos falando de um monstro que, em vários mundos de RPG, existem em bandos e atacam pessoas costumariamente. São inimigos costumazes, mesmo que esporádicos. São craituras que, em canções de bardos, apareceriam como monstros terríveis que poderiam ser derrotados com força, inteligência, e finalmente fogo. Não vejo para que complicar jogadores sobre essa questão se eles souberem a fraqueza de uma criatura comum dessas. Seria outra situação se falássemos dem onstros únicos, como o Tarrasque, não Trolls.
E outra, um NPC dar a informação sem os persoangens rolarem o teste não é metagame? Ou fazer uma descrição de que o fogo fere o troll mais forte não é metagame também? Porque afinal de contas, os personagens não passaram no teste de conhecimento que é necessário para os personagens saberem que foi fogo. Ou num teste de intuição para saber o que o NPC disse é verdade verdadeira. Uma rodada (pelo menos em D&D) tem 6 segundos, porque eles não pensariam que foi uma combinação exata de golpes (como o guerreiro atinge o peito, o ladino as costas, o clérigo atinge um poder sagrado e o mago atinge o fogo nos ferimentos) em tão pouco tempo para pensar?
Sério, isso tudo é só para complicar, pessoal. Joguem e sejam felizes.

Madrüga escreveu:Aí vem o Gladius, diz tudo que eu e Argh tentamos dizer, e leva os créditos. Puta mundo injusto.

Youkai X escreveu:Gladius, e é isso que estou falando. Todo esse conhecimento "comum" é representado com CD 15 do teste de nature, o que em um grupo de aventureiros é padrão que tenha alguém capaz de saber sobre trolls, principalmente nos níveis em que eles apareceriam na frente dos PCs. Esse teste 15 representa todos os cantos de bardos e aventureiros experientes que o grupo conheceu em outros momentos e coisas do tipo. É tão difícil assim rolar o dado antes de encontrar monstros?

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