Agora, por incrível que possa parecer, eu costumo interpretar os healing surges como uma medida de ferimentos não letais. Tipo, quando menos healing surges o personagem tem, mais destruido fisicamente ele parece (não só no sentido de fadiga, mas com relação a ferimentos a mostra, sangue escorrendo, uma flecha cravada na perna, etc). Quando o personagem gasta HS, é como se ele parasse atordoado pra dizer "ai" (não necessariamente isso, poderia ser um grito de dor, mais naturalmente
).Quanto ao bloodied, eu considero que ele apenas está começando a dar os sinais de fadiga, não que ele está sangrando. Fica mais ou menos como essa história de "abrir uma brecha" que você falou.
Acho que fica coerente, mas ainda me soa meio que uma desculpa mais ou menos esfarrapada (não que eu me sentisse perfeitamente bem com o roleplay dos PVs da 3e, antes que alguém chegue para apontar isso).
Bah, no fim das contas, minha interpretação do caso foi mais ou menos o contrário da que você citou: PVs seriam a medida de fadiga, não os HS, enquanto que os baixos HSs seriam uma boa medida de ferimento, não os baixos PVs. (mas, pensando bem, acho mecanicamente mais coerente, tenho notado, pelo menos nos níveis baixos, que os jogadores sentem mais medo de estar com poucos HSs que com PVs, é como se menos HSs foisse o equivalente a poucos PVs na 3e. Isso até me é mais agradável, visto que os HSs estão em um número pequeno e dá uma certa sensação de "níveis de vitalidade", só que sem ser tão limitador quanto o homônimo do storyteller).
E tem mais: se o HS for uma medida de ferimento como estou tentando insinuar, fica mais fácil de representar aquelas cenas do tipo "o cara está em pleno vigor mas, por tolice, acaba baixando a guarda antes daqueles momentos de 'se dar por vencido devido à fadiga' e leva um golpe fatal". Nesse caso, o cara poderia ter esquecido de gastar um HS ou resolveu gastar HS na próxima rodada julgando que o inimigo não ia causar tanto dano, mas causou e nocauteou o personagem, sem que ele estivesse totalmente ferido.
Em termos de cena, seria aquela velha cena de um extremamente experiente espadachim esquivando rapidamente a espada das defesas do amador e acertando-lhe em cheio com um ou dois golpes antes que o amador caia.
Se fosse com o PV medindo o ferimento, não daria para esse tipo de coisa acontecer.



















A "recompensa" que a princesa Aurora deu pro sir Holland também foi ótima de se ver,assim como a reação dele!
Mas isso não foi nada,perto de algumas informações açerca dos personagens do universo em questão: Scarlet ...namorando o Snakes-Eyes?A Baronesa e Destro...ex-amantes?
Se de fato tais coisas estão no filme,fico imaginando o que foi que o roteirista andou fumando ou cheirando prá ter essas idéias!
Afinal de contas,que diabos era aquele bebê?Monstrinho mutante?Alienígena disfarçado?E porque tamanho empenho em capturar aquele negão?Vai saber!Quase posso imaginar o Caldela em seu covil dizendo:"Ninguém vai conseguir descobrir o significado oculto naquela história!"(Pausa para gargalhada insana,estilo Coringa.
)
Afinal de contas,se até grandes autores como Alan Moore apareciam o conceito de história-enigma(Aquela que primeiro tem de ser 
