E eu agradeço pelas risadas (...)só agora percebi que era uma piada.
Isso só demonstra que você não leu sequer as coisas que você mesmo escreveu... sério.
E não se preocupe, provavelmente discussões desse tipo envolvendo a minha pessoa desaparecerão mais rápido do que você pensa

Cavaleiro Morto,
Aliados, Empregados, Seguidores, ganho de terras, fortalezas, torres aranas, monastérios: Onde é que se estimula a interpretação com isso?
Já explanado anteriormente. Em resumo, isso ajuda na interação do personagem com o cenário de jogo, incentivando o desenvolvimento da personalidade do personagem.
Exemplos dos tipos históricos para as Classes: Bem, o texto descritivo das classes apresenta um enfoque diferente nas edições. AD&D se fixa em exemplos e explicações com base históricas do nosso mundo, foco que foi mudado nas edições subsequentes para fontes da fantasia medieval e os cenários próprios de D&D. São apenas focos diferentes, que depende do gosto de cada um.
Sim, concordo. Não deixa de valer como diretriz para reforçar o tipo de ambiente criado pelo jogo, deixa?
Perícias: Ambos os sistemas tem perícias, na verdade desde o 3-3.5 eles estimulam o uso delas as tornando parte integrante do sistema e não opcional como era no AD&D. O único ponto aqui que gera controvérsias seria a adição de perícias sociais, onde tem uma parcela que este campo é domínio supremo da interpretação, enquanto outro quer um equilíbrio em termos de regras que permita os menos afortunados com dons interpretativos também possam atuar nesta área. Eu sou a favor do segundo grupo, mas de novo é uma questão pessoal.
Em AD&D, as perícias são dadas como opcionais porque servem muito mais para caracterizar personagens que para qualquer outra coisa ("resolver encontros não-combativos", por exemplo, não é uma função das perícias). Mais da metade das perícias comuns do livro do jogador, acessíveis a todas as classes, são coisas como: agricultura, forjaria, preparar bebidas, carpintaria, sapataria, cozinhar, dança, etiqueta, pesca, artesanato em couro... era, em larga medida, o que na 3,0D&D foi agrupado em "Ofícios" e "Profissão", e por isso era opcional. Perícias "sociais", coisas como Diplomacia, Sentir Motivação, Intimidação etc, que substituem a interpretação por uma jogada de dados, são evitadas pelo AD&D 2ndEd, como está escrito no Livro do Mestre, página 46:
"Fique atento porque perícias gerais podem ter o efeito exatamente oposto - podem tornar-se muletas para jogadores que não desejam interpretar, uma desculpa para não desenvolver a história ou a personalidade do personagem. Alguns jogadores assumem que perícias definem tudo o que um personagem sabe; eles não fazem esforço algum para criar novas situações."
Fechando o meu post, na minha opinião um sistema que estimula a interpretação e a interação com o cenário é aquele que oferece mecanismos que estimulem tanto está interpretação como tal interação.
Só que "mecanismos" existem muitos. Eu considero que dar rolagens de dados extras para jogadores que interpretam/descrevem suas ações (permitindo inclusive o uso burocrático de clichês como "eu me penduro no candelabro e balanço-me até o outro lado da sala") é um suborno, não um incentivo. "Interprete, e você rolará mais dados, ou terá mais bônus" não me parece uma boa filosofia. Ainda assim, inegavelmente, é um sistema que incentiva a interpretação.
Ao meu ver, uma outra maneira de incentivar a interpretação é mostrar aos jogadores que seus personagens não são apenas máquinas de juntar XP, grana e itens mágicos. É mostrar que, quando eles "zeram a masmorra", as coisas mudam naquela parte do mundo, as pessoas percebem, novos aliados e inimigos são encontrados, etc. Isso tudo não pode ser traduzido em rolagens de dados, e necessita de seu próprio espaço dentro do jogo. Se esse espaço será maior ou menor, varia de grupo para grupo. É, portanto, um outro mecanismo de premiação: a percepção de que suas ações ecoam no mundo de jogo.
Qual é o melhor? Vai do gosto de cada um

Grato pela atenção dispensada ao me reply
Por nada. Disponha.
E!
Bons tempos aqueles em que você podia por um satã travesti num desenho de criança.


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