Mecânicas de incentivo à interpretação

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Mecânicas de incentivo à interpretação

Mensagempor kimble em 23 Fev 2009, 16:30

O mago ganhava uma torre com aprendizes ou algo assim, não? Eu não lembro se isso era em suplemento ou matéria de revista.
Material que disponibilizei no 4shared (tudo criação minha e/ou gratuito) pros jogadores das minhas campanhas. Inclui house rules e erratas do Exalted:
[Link]http://www.4shared.com/dir/10183502/4d808442/sharing.html[/Link]
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Mecânicas de incentivo à interpretação

Mensagempor Luminus em 23 Fev 2009, 16:48

Oda,

Livro do mestre, Página 110, Capitulo "CONDUCTING THE GAME".


Eu inclusive, quotei o trecho que me referia diretamente do livro, palavra por palavra. Veja lá.


Página 110 do livro do mestre AD&D 2nd Edição, em português, edição da Abril Jovem... faz parte do capítulo 9, e fala sobre combate submarino. Tem os tópicos:

Movimento
Visão
Iluminação Natural e Artificial
Visão obstruída
Infravisão
Combate
Problemas no Combate para Criaturas Terrestres
Magia Sob a água

... tem certeza de que você está com o livro aí?

Aceite os fatos: AD&D "ajudava o RP" quanto todas as outras edições de D&D.


Aceite os fatos: você não sabe do que é que está falando!


Kimble,

Ou seja, tua opinião X minha opinião. Tu discordou, então se espera que você possa demonstrar porque discorda se quiser DISCUTIR.


É claro que sim... mas, antes, eu quero verificar se você SABE do que é que está falando... o Oda acabou de "citar" algo que não existe... será que com você teremos alguma surpresa nesse sentido?


O problema é que você não cita nada. Você está batendo o pé no chão e dizendo 'existe sim, existe sim'. O que é bonitinho se for alguém menor de dez anos, mas para uma pessoa madura não ajuda em nada.


Sabe, é interessante como todos que já deram suas opiniões aqui mostram-se realmente aptos a fazer comentários sarcásticos, irônicos, etc mas se encabulam quando se pede que tenham conhecimento acerca dos livros discutidos. Mas deixemos isso de lado, por enquanto...

No instante que você só afirma 'existe sim', você nem tem argumento.


Eu não, não mesmo. Até porque foi o que eu disse: eu não argumentei, eu afirmei.

No 9º-10º nível o padrão era que os personagens começavam a acumular fama e então atraiam seguidores. No Core algumas classes não ganhavam isso em troca de outras habilidades (Paladino era um, até onde eu lembro). Mais tarde isso mudou nas Dragon Magazines (puxando de cabeça essa parte), que trouxe regras opcionais para várias dessas classes que não ganhavam seguidores passarem a ganhar os seus.
E nota o objetivo da tua atitude. Na situação em que se torna incapaz de citar uma argumentação que valide teu ponto de vista, tu tenta desqualificar a outra pessoa. Vai lá Martha Suplicy!


Em primeiro lugar, não estou tentando desqualificar ninguém.

Em segundo lugar, sua explanação foi feliz. Você mostra que, na "metade da caminhada", os personagens já influíam tanto no mundo de fantasia que atraíam pessoas desse mundo para próximas de si. Aliados, seguidores, etc poderiam sim surgir antes deo 9º nível, mas as regras recomendavam que começassem a surgir não muito cedo, para não ofuscarem o personagem (quando um aliado "entra no grupo", é recomendado que ele esteja um nível abaixo da média do grupo).

Tais pessoas eram atraídas pelos atos heróicos dos personagens e seus efeitos no mundo de fantasia. Clérigos atraíam fiéis à sua causa, guerreiros atraíam um pequeno exército, ladinos atraíam "aprendizes", etc. Isso se dava pela fama, pelo heroísmo que, presume-se, era praticado pelos personagens e que era almejado pelo jogo. A partir de então, um outro mundo de aventuras se descortinava perante os jogadores: seus personagens não eram "apenas" faxineiros de masmorras, eram indivíduos que podiam interferir no mundo de campanha a partir "do andar de cima", poderiam enfrentar ameaças muito maiores não só a si mesmos ou a um vilarejo isolado, mas a todo o reino. Tendo por exemplo o controle sobre uma porção de terras, um personagem poderia cobrar impostos, dedicar-se à criar uma rede de comércio de mercadorias para a região, criar uma escola de magia, etc... claro, desde que ele quisesse se preocupar com esse tipo de coisa.

Os "livros vermelhos" traziam informações complementares: o livro dos anões dizia como era um clã de anões mineradores, o livro do mago trazia o valor de uma biblioteca arcana e sua influência na pesquisa de magias, o livro do ladino fala da estrutura de guildas, etc. Tudo isso refletia o significado do impacto dos personagens no mundo de jogo. Ou seja, AD&D podia sim ser sobre entrar na masmorra, pegar o monstro e matar o tesouro (?!), mas não precisava ser assim... ele tinha muito mais.

Nesse pequeno conjunto de regras está o coração dessa faceta que ficou para trás: o seu personagem faz é muito bem em ter uma base de operações, em ter contatos, amigos e inimigos, porque chega-se sim a um ponto em que não é só matar o vilão e pegar o tesouro: você tem de ter seu tesouro muito bem guardado, e é bom que você tenha pessoas para olhar por ele na sua ausência. Ademais, caso você precise de ajuda, sempre é bom ter a quem recorrer...

Creio que apenas isso baste para "sanar a dúvida", apesar de estarmos longe de poder dar o assunto em si como encerrado. Mas, como o tópico em si não é sobre AD&D, acredito que podemos encerrar por aqui. A não ser que vocês queiram outro exemplo.

Por favor, você está tendo um ataque. Tudo isso porque foram apontadas falhas no Ad&d. Todo sistema tem falhas, supera.


É para rir, né? "Apontadas falhas no AD&D"? Quem é que duvida que o AD&D tenha falhas??? Essa pessoa existe?!

Ei, caí na armadilha de argumentação! Próximo passo, Luminus cita algum trecho obscuro e nega minha afirmação inicial. Vai lá Luminus! Todo mundo sabe como isso vai continuar, mas mesmo assim é engraçado ver tuas ações.


Sinceramente, quem está surtando é você... não tenho nem idéia de onde é que você viu isso!

E!
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Mensagempor Mirallatos em 23 Fev 2009, 16:52

:pipoca:

Um OFF interessante. Não seria legal ver isso num ON? Se bem que tá legal.
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Mensagempor Luminus em 23 Fev 2009, 17:22

Mirallatos,

Em um ON, não teria a mesma exposição, dado que ninguém no fórum se interessaria por um tópico sobre AD&D... do jeito que aconteceu, eu estou dando graças a Deus...

FFFFFFFFFFFFFFFFFFFFFFFFFFFFFFFFFFFFFFFFFFFFFFFFFFFFFFFFFF.......... YES!

E!
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Mensagempor AKImeru em 23 Fev 2009, 18:17

Página 110 do livro do mestre AD&D 2nd Edição, em português, edição da Abril Jovem... faz parte do capítulo 9, e fala sobre combate submarino. Tem os tópicos:

Movimento
Visão
Iluminação Natural e Artificial
Visão obstruída
Infravisão
Combate
Problemas no Combate para Criaturas Terrestres
Magia Sob a água

... tem certeza de que você está com o livro aí?


Minha versão é a versão americana é a 1e Americana. De acordo com a Wiki, as únicas regras que mudaram foram as de combate. Procure na parte equivalente de "conduzindo o jogo" no livro do mestre e você vai ver que o texto mudou muito pouco, e o sentido não mudou de fato.

Aceite os fatos: você não sabe do que é que está falando!


Até agora você não apresentou UM argumento que tivesse alguma força além de "Releia o livro hurr durr", dai vem alguem, QUOTA UMA PASSAGEM DO LIVRO e afirma que tirando ela não tem mais NADA referente ao Roleplaying e você simplesmente coloca as mãos sobre as orelhas.


QUOTE PASSAGENS DO SEU LIVRO. VAMOS LÁ. COLOQUE OS ARGUMENTOS NA MESA!

Sério cara as pessoas aqui não estão interessadas em discutir AD&D, elas estão interessadas em desmascaras suas falacias e revelar o seu obvio favoritismo de uma edição antiga.

Sério você sempre faz essa porcaria. Ninguém aqui está afirmando que AD&D é pior do que a terceira ou a quarta edição para interpretar, você que decidiu dizer que existem ferramentas para tal no AD&D, e elas não existem, E QUANDO ALGUEM AFIRMA ISSO VOCÊ FALA RELEIA O LIVRO, MAS NÃO REFERENCIA PÁGINAS, LIVROS, EDIÇÕES, NADA


FFFFFFFFFFFFFFFFFFFFFFFFFFFFFFFFFUUUUUUUUUUU-
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Mensagempor Luminus em 23 Fev 2009, 18:43

Oda,

Minha versão é a versão americana é a 1e Americana. De acordo com a Wiki, as únicas regras que mudaram foram as de combate. Procure na parte equivalente de "conduzindo o jogo" no livro do mestre e você vai ver que o texto mudou muito pouco, e o sentido não mudou de fato.


LOL

Eu estou falando, o tempo todo, da segunda edição: AD&D 2ndED, quantas vezes eu escrevi isso?! Eu nunca nem li o livro de AD&D 1E... tinha um cara vendendo um aqui, eu folheei, não li uma linha, achei a diagramação interessante e só. É tudo o que eu posso dizer sobre o livro do jogador da 1Ed de AD&D. Sobre os outros dois livros básicos de AD&D 1Ed, eu nem posso dizer nada, pois nunca tive um nas mãos. Estamos falando aqui de AD&D 2nd Ed, aquela que foi traduzida pela Abril Jovem e pela Devir... entendeu agora?

E eu estou com o livro aqui nas minhas mãos, e te digo que essa seção "conduzindo o jogo" não existe no livro do mestre de AD&D2nd Ed. Sinto muito. Melhor sorte na próxima.

... tem uma seção, na página 55, chamada "os riscos na compra de um cavalo", serve?

Até agora você não apresentou UM argumento que tivesse alguma força além de "Releia o livro hurr durr", dai vem alguem, QUOTA UMA PASSAGEM DO LIVRO e afirma que tirando ela não tem mais NADA referente ao Roleplaying e você simplismente coloca as mãos sobre as orelhas.


Releia o que eu escrevi duas mensagens atrás. Eu disse que aquele era um exemplo, e que outros existiam. Quem se desse por satisfeito, ótimo. Quem não se desse por satisfeito, eu posso dar um outro exemplo, ou até mais de um. Devo entender então que você faz parte do segundo grupo?

QUOTE PASSAGENS DO SEU LIVRO. VAMOS LÁ. COLOQUE OS ARGUMENTOS NA MESA!


Hehehe, se eu fosse quotar o livro, já teria feito. Sério, desencana dessa. Vá ler o livro correto.

Sério cara as pessoas aqui não estão interessadas em discutir AD&D, elas estão interessadas em desmascaras suas falacias e revelar o seu obvio favoritismo de uma edição antiga.


"Desmascarar"? Não é segredo algum, eu realmente prefiro AD&D em relação às suas sucessoras. Mas, e isto já ficou óbvio, não é por isso que estou me manifestando aqui: não entrei no mérito do que é "melhor" ou "pior". Eu estou falando que determinada coisa "existe", só isso.

Sério você sempre faz essa porcaria. Ninguém aqui está afirmando que AD&D é pior do que a terceira ou a quarta edição para interpretar, você que decidiu dizer que existem ferramentas para tal no AD&D, e elas não existem, E QUANDO ALGUEM AFIRMA ISSO VOCÊ FALA RELEIA O LIVRO, MAS NÃO REFERENCIA PÁGINAS, LIVROS, EDIÇÕES, NADA


Eu disse, mais de uma vez, que estava me referindo a AD&D2nd Ed. Não entendeu, não sabe do que se trata, peça para que eu esclareça. Farei o possível.

E!
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Mensagempor Madrüga em 23 Fev 2009, 18:57

Luminus, é muito simples:

(1) Você fala de AD&D;
(2) Quase ninguém tem material de AD&D porque:
(2.1) Material de AD&D é difícil de encontrar.
(2.2) Mesmo encontrando, ninguém quer comprar só para discordar de você. E teoricamente baixar os livros está fora de questão.
(3) Conseqüentemente, ninguém tem como refutar ou mesmo saber do que você está falando sem passagens dos livros.
(4) Você aparece e sempre faz afirmações sobre AD&D sem ninguém entender, SABENDO que ninguém entende.

Custa citar passagens? Sério mesmo. Se você vem aqui, numa discussão completamente alheia a AD&D, simplesmente para falar de algo que ninguém conhece sem explicar nada... você parece estar querendo criar um argumento irrefutável da pior maneira.
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Mecânicas de incentivo à interpretação

Mensagempor kimble em 23 Fev 2009, 19:15

É claro que sim... mas, antes, eu quero verificar se você SABE do que é que está falando... o Oda acabou de "citar" algo que não existe... será que com você teremos alguma surpresa nesse sentido?


Reafirmo minha afirmação anterior: "E nota o objetivo da tua atitude. Na situação em que se torna incapaz de citar uma argumentação que valide teu ponto de vista, tu tenta desqualificar a outra pessoa. Vai lá Martha Suplicy!"

Sabe, é interessante como todos que já deram suas opiniões aqui mostram-se realmente aptos a fazer comentários sarcásticos, irônicos, etc mas se encabulam quando se pede que tenham conhecimento acerca dos livros discutidos.


Unh, não. Logo nas minhas primeiras afirmações eu demonstrei como o suposto sistema de XP que deveria dar suporte a interpretação era falho e só reforçava estereótipos, citando parte das regras que eu critico.

Eu não, não mesmo. Até porque foi o que eu disse: eu não argumentei, eu afirmei.


Então prova teu ponto. Até agora você não tinha superado o 'existe sim'.

Em primeiro lugar, não estou tentando desqualificar ninguém.


Engraçado que é o que parece para quem está acompanhando isso aqui.

Em segundo lugar, sua explanação foi feliz. Você mostra que, na "metade da caminhada", os personagens já influíam tanto no mundo de fantasia que atraíam pessoas desse mundo para próximas de si. (...) blablabla (...) influenciar o mundo (...) blablabla


A falha do teu raciocínio é a falta de percepção de um problema que alguém que joga o sistema percebe (e prefiro ignorar porque você escolheu abstrair isso): o sistema supõe uma série de coisas, mas não tem mecânica para elas.
'-Mas eu posso ter exércitos! Ou uma guilda! E eu ganho isso automaticamente ao subir de nível!'
E? No que isso é uma mecânica de incentivo a interpretação? O que iniciou tua participação nesse tópico foi quando afirmei que "não existem mecânicas de incentivo a interpretação (como os stunts em Exalted).". O fato de eu conseguir contratar soldados e formar um exército (ou uma guilda de ladinos, ou uma torre arcana, ou o que for) não tem nenhuma impacto na interpretação. Porque ganhar um bando de soldados (ou animais, ou aprendizes, etc.) incentiva a interpretação? Eu posso tratar eles como peças de xadrez, posso tratar como mais um número na minha ficha e nunca me preocupar em interpretar qualquer atividade junto deles.
E nota como isso é falho, o sistema dá a possibilidade de ter esses NPCs no teu controle, mas ele não te dá mecânica para lidar com eles. Quer as regras para usar teu exército em batalhas campais? Compre o suplemento para isso. Quer as regras para administrar teu feudo? Compre o suplemento para isso. Quer regras para ter uma torre arcana? Compre suplemento para isso. E assim vai. E isso é o que eu aponto como o sistema supor uma série de situações, mas não traz a mecânica. Isso se repete em outros pontos do Ad&d, esse é só mais um dele.

Sinceramente, quem está surtando é você... não tenho nem idéia de onde é que você viu isso!


No instante que o que eu citei foi o mesmo que o Nibelung, só que com mais palavras. Eu considerei mandar essa parte da resposta para outra pessoa ficar guardando até receber a tua, mas sabia que isso só ia gerar uma reação mais inflamada, por isso preferi deixar pra lá.
Editado pela última vez por kimble em 23 Fev 2009, 19:17, em um total de 2 vezes.
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Mensagempor Luminus em 23 Fev 2009, 19:15

Madrüga,

(1) Você fala de AD&D;


Na verdade, isso tudo começou porque eu contradisse uma afirmativa do Kimble acerca de AD&D. Veja bem, eu não fui o primeiro a trazer o assunto à tona. Eu apenas vi um comentário sobre o sistema de regras e, como meu ponto de vista era outro, quis saber onde exatamente estava o embasamento da outra pessoa. Na verdade, eu ainda estou esperando para ver.


(2) Quase ninguém tem material de AD&D porque:
(2.1) Material de AD&D é difícil de encontrar.
(2.2) Mesmo encontrando, ninguém quer comprar só para discordar de você. E teoricamente baixar os livros está fora de questão.



Não tem como se informar sobre as qualidades e defeitos de alguma coisa? Evite comentar ao seu respeito. Acho que esse sua enumeração deveria ser direcionada a outra pessoa. Se qualquer pessoa quiser conversar sobre as qualidades e defeitos do AD&D em comparação às edições posteriores, é só falar. Agora, sair inventando que "no sistema tal isso não existia", e daí criar um consenso negativo sobre aquele sistema dentro da discussão (justamente porque ninguém tem os livros, então como contradizer?) é algo bem pior que fazer o que eu fiz: saber de onde veio o embasamento para tal afirmativa.

(3) Conseqüentemente, ninguém tem como refutar ou mesmo saber do que você está falando sem passagens dos livros.


Espera-se que, ao menos, a pessoa que afirmou alguma coisa sobre o sistema o tenha como fonte, certo? Ao menos essa pessoa deveria ser capaz de refutar alguma coisa... o restante das pessoas, que entrou sim de gaiato na discussão, a essas pouco me importa se elas querem refutar/reforçar alguma coisa que eu disse. Novamente, isso aqui não é um concurso de popularidade.

(4) Você aparece e sempre faz afirmações sobre AD&D sem ninguém entender, SABENDO que ninguém entende.


Sempre? Ok, você venceu, eu parei. Não falo mais de AD&D no fórum da spell, ok?

Custa citar passagens?


Custa ler antes de falar a respeito?

Sério mesmo. Se você vem aqui, numa discussão completamente alheia a AD&D, simplesmente para falar de algo que ninguém conhece sem explicar nada... você parece estar querendo criar um argumento irrefutável da pior maneira.


Se ninguém conhece, então por que foi usado pelo Kimble como exemplo na discussão? Para que outras pessoas não entendessem o exposto? Você parece não ter entendido como as coisas começaram aqui...


EDIT

Kimble,

Reafirmo minha afirmação anterior: "E nota o objetivo da tua atitude. Na situação em que se torna incapaz de citar uma argumentação que valide teu ponto de vista, tu tenta desqualificar a outra pessoa. Vai lá Martha Suplicy!"


Verificar uma fonte por detrás de uma afirmativa não é desmerecer a pessoa que fez a afirmativa, é sim certificar-se da validade de uma afirmativa que ela fez. Ou você acha que, saindo daqui e para outras discussões, eu vou "carregar" o que aconteceu aqui para "demonstrar" como você é uma pessoa desmerecedora de crédito? Cada conversa, uma conversa.

Unh, não. Logo nas minhas primeiras afirmações eu afirmei como o suposto sistema de XP que deveria dar suporte a interpretação era falho e só reforçava estereótipos.


Cara, se você está falando dos prêmios individuais de XP, isso é UMA TABELA (ou duas, no máximo) dentro do livro do mestre, que tem outras 130 tabelas. E é uma regra opcional dentro de outra regra opcional, não é o veículo principal de XP, de role-play, de nada, nem de longe. Se sua afirmativa tem por fonte isso aí, desculpa, mas é muito pouco para formar opinião acerca do sistema como um todo.

Então prova teu ponto. Até agora você não tinha superado o 'existe sim'.


Isso quer dizer que precisamos de mais um exemplo, então? O exposto sobre seguidores e aliados não é suficiente?

Engraçado que é o que parece para quem está acompanhando isso aqui[que eu queira desqualificar as pessoas, não suas idéias].


Concordo, engraçado mesmo.

A falha do teu raciocínio é a falta de percepção de um problema que alguém que joga o sistema percebe (e prefiro ignorar porque você escolheu abstrair isso): o sistema supõe uma série de coisas, mas não tem mecânica para elas.
'-Mas eu posso ter exércitos! Ou uma guilda! E eu ganho isso automaticamente ao subir de nível!'
E? No que isso é uma mecânica de incentivo a interpretação? O que iniciou tua participação nesse tópico foi quando afirmei que "não existem mecânicas de incentivo a interpretação (como os stunts em Exalted).". O fato de eu conseguir contratar soldados e formar um exército (ou uma guilda de ladinos, ou uma torre arcana, ou o que for) não tem nenhuma impacto na interpretação. Porque ganhar um bando de soldados (ou animais, ou aprendizes, etc.) incentiva a interpretação? E nota como isso é falho, o sistema dá a possibilidade de ter esses NPCs no teu controle, mas ele não te dá mecânica para lidar com eles. Quer as regras para usar teu exército em batalhas campais? Compre o suplemento para isso. Quer as regras para administrar teu feudo? Compre o suplemento para isso. Quer regras para ter uma torre arcana? Compre suplemento para isso. E assim vai. E isso é o que eu aponto como o sistema supor uma série de situações, mas não traz a mecânica. Isso se repete em outros pontos do Ad&d, esse é só mais um dele.


O.O

Vamos com calma, tem muitos erros de conceito aí.

Essas regras incentivam a interpretação no momento em que permitem uma interação mais intensa dos personagens dos jogadores com determinados personagens do mestre. Um aliado ou seguidor é ainda controlado pelo mestre (não pelo jogador), ainda tem de receber salário, ainda tem suas aspirações e história, etc. Ele é sim "subordinado" aos interesses dos personagens jogadores, mas ele dá um colorido maior ao mundo que cerca os personagens, ainda tem seus objetivos de vida, ainda quer algo mais que ser apenas um "coleguinha". Em certa medida, ele é o reflexo das ações dos personagens no mundo, a materialização de certos aspectos impalpáveis mas perceptíveis, como por exemplo a expansão do culto à divindade escolhida pelo clérigo do grupo, a aceitação do ranger pelos animais da floresta que ajuda/ajudou a proteger, enfim, o aumento da interação entre os personagens e o mundo de fantasia que os cerca.

A idéia, portanto, não é mandar o jogador do guerreiro comprar o "Complete Guide To Tame a Land" (embora haja alguma coisa sobre fortalezas no Livro do Guerreiro), nem é mandar o jogador do clérigo adquirir o "Faiths & Catacombs" (embora haja dicas sobre organização de instituições eclesiásticas no "Complete Priest's Handbook"). Um livro, ou mesmo um sistema de regras, que tentasse fornecer regras para TODAS AS NUANCES de seu sistema básico seria algo inimaginável de ser jogado: você gastaria seu tempo todo lendo isso, lendo aquilo, etc. A idéia é dar um colorido, um pano de fundo, não atormentar o jogador com os mínimos detalhes da administração de seu feudo, a influência da inflação no preço das hóstias, etc. A idéia é criar uma estrutura, um ponto de referência dentro do jogo, e ainda continuar se divertindo. É evoluir o personagem, sua história e sua vida de aventureiro.

E, só para você saber, há sim para AD&D um suplemento para cada uma dessas coisas que você pediu (sim, desde como lidar com aliados até administrar feudos e criar torres de magia; há até um guia para armas de haste, se você quiser). Mas, acredito eu, nenhum deles é estritamente necessário... especialmente em uma discussão onde estamos tratando do geral, e não do específico.

No instante que o que eu citei foi o mesmo que o Nibelung, só que com mais palavras. Eu considerei mandar essa parte da resposta para outra pessoa ficar guardando até receber a tua, mas sabia que isso só ia gerar uma reação mais inflamada, por isso preferi deixar pra lá.


O que você citou não foi o mesmo que o que o Nibelung citara, e sim a minha resposta a ele. E, dado o seu raciocínio aí, pelo visto eu é que estou correndo o risco de "cair na armadilha da argumentação".

E!
Editado pela última vez por Luminus em 23 Fev 2009, 19:45, em um total de 1 vez.
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Mensagempor kimble em 23 Fev 2009, 19:19

Se ninguém conhece, então por que foi usado pelo Kimble como exemplo na discussão?


Certo. Agora é mentira clara. Eu já demonstrei as regras desde meus posts iniciais, já respondi a tua pergunta de regras que supostamente 'provaria meu conhecimento' (e que você concordou que estava correta) e já reclamei que você não tinha argumentação e atacava o argumentador.
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Mensagempor Luminus em 23 Fev 2009, 19:54

Certo. Agora é mentira clara [que foi usado como exemplo na discusão]


Escrito por você, logo na primeira página:

"E onde a 3.0/3.5 ou mesmo o Ad&d possuía mecânica pra isso?"

O "isso", no caso, refere-se a uma parte citada de outra pessoa:

e sim para lidar com o tocante de profundidade narrativa ( descrição de personagens no contexto de D&D, como motivação do heroísmo, a causa de se aventurar e por aí se segue )


Eu já demonstrei as regras desde meus posts iniciais,


você parafraseou alguma coisa, citar regra mesmo, nenhuma.

já respondi a tua pergunta de regras que supostamente 'provaria meu conhecimento' (e que você concordou que estava correta)


Na verdade, aquela pergunta era apenas para começar a discussão, como eu mesmo escrevi, no momento em que a fiz, na página 4, ó:

Apenas para começar, podes me dizer então o que é que as regras de AD&D dizem sobre a maioria das classes de personagem que chegam ao 9º nível? Não precisa citar pormenores, apenas um panorama focalizado na interação das classes com o cenário de campanha (ou "mundo de fantasia", como era dito na época). Coisa breve, 5 linhas eu acho que basta... afinal de contas, estamos apenas começando...



e já reclamei que você não tinha argumentação e atacava o argumentador.


Eu já expliquei que não. Ataco a afirmativa, não a você.

Sério, cresce.


Na minha idade, só se for para os lados... melhor não.

E!
Editado pela última vez por Luminus em 23 Fev 2009, 19:56, em um total de 1 vez.
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Mensagempor GoldGreatWyrm em 23 Fev 2009, 19:56

Custa citar passagens?


Custa ler antes de falar a respeito?


(2) Quase ninguém tem material de AD&D porque:
(2.1) Material de AD&D é difícil de encontrar.
(2.2) Mesmo encontrando, ninguém quer comprar só para discordar de você. E teoricamente baixar os livros está fora de questão.


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E isso não é verdade, você sabe disso, eu sei disso, todo o mundo sabe disso. E uma "opinião menor" vale quando veio acompanhada de um "conhecimento menor". Agora, para "conhecimento nenhum", é melhor "opinião nenhuma". É engraçado que a Spell critica alguns autores nacionais do mercado de RPG justamente por escreverem regras alternativas de RPG sem conhecer as regras daquele sistema de RPG, ou porque eles metem o ferro nos sistemas sem conhecê-los, "acuidade com arco", etc... mas quando é para dar uma "opinião menor", não se acanham...

Quem está fazendo aqui é você, defendendo um sistema que infelizmente já não tem mais desenvolvimento. Gostou do fluff de AD&D? Pegue-o e adapte-o para 4e, ou para 3.x, ou para GURPS, ou até crie o sistema próprio. Se achar que ficou legal, disponibilize e repasse, quem sabe assim mais pessoas se interessam e até nasça um projeto legal a partir disso.

Mas ficar batendo pézinho em um tópico não vai te levar a lugar algum, fazendo de você o "opinador menor" que não se acanha.
Editado pela última vez por GoldGreatWyrm em 23 Fev 2009, 20:02, em um total de 3 vezes.
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SPOILER: EXIBIR
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Mensagempor _Virtual_Adept_ em 23 Fev 2009, 19:57

Chega de flames. Se você não está disposto a demonstrar tais regras que você menciona, Luminus, isente-se da discussão.
Além de quê, essa discussão é um Off-Topic. Voltem ao assunto do tópico.
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Mecânicas de incentivo à interpretação

Mensagempor Luminus em 23 Fev 2009, 19:58

Chega de flames. Se você não está disposto a demonstrar tais regras que você menciona, Luminus, isente-se da discussão.
Além de quê, essa discussão é um Off-Topic. Voltem ao assunto do tópico.


Ok, ausento-me da discussão. Espero que os outros participantes saibam reconduzi-la ao assunto inicial.

E!
Luminus
 
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Mecânicas de incentivo à interpretação

Mensagempor AKImeru em 23 Fev 2009, 23:19

Eu estou falando, o tempo todo, da segunda edição: AD&D 2ndED, quantas vezes eu escrevi isso?! Eu nunca nem li o livro de AD&D 1E...


Ele lembra bastante a primeira edição com trejeitos do AD&D que você conhece. As maiores mudanças foram mecanicas referentes a combates e classes - nada de "ferramenta de RPG" foi adicionado ou removido. Vide a lista a seguir:

Differences from Advanced Dungeons & Dragons
Half-orcs were removed from the Player's Handbook.
Character classes were grouped into four groups: Warrior (Fighter, Paladin, Ranger), Wizard (Mage, Specialist Wizard), Priest (Cleric, Druid), and Rogue (Thief, Bard).
Assassins and Monks were removed from the game as character classes.
"Magic-users" were renamed "mages".
Illusionists were made into a subtype of the Wizard class, along with new classes specializing in the other seven schools of magic (which were first introduced in Dragonlance Adventures).
Bards were made a normal character class, rather than the multiple-classed character that they had been, although they still possessed elements of fighters, thieves, and mages.
Proficiencies were officially supported in the Player's Handbook and many supplements, rather than being the optional add-on.
Attack matrices were exchanged for "THAC0" (To Hit Armor Class 0) and the table printed only once in the Dungeon Master's Guide was reprinted in the second edition Player's Handbook and Dungeon Master's Guide.
References to "segments" (individual units of time representing one phase of initiative, or 6 seconds of game-time [simulated time]) were removed from the game; instead, actions were given an "Initiative Modifier". "Melee rounds" were unchanged, representing one minute of game-time, with a "turn" representing ten rounds (ten minutes). An optional alternative where one "melee round" represents 12-15 seconds of "game-time" was presented in the "Player's Option: Combat and Tactics" book, first of the so-called 2.5 Edition.
Other changes to combat including the function of weapon speed, initiative, and surprise rules.
Priest and Druid spells were organized into themed "spheres" that were similar to the wizard spell schools that had been introduced in Dragonlance Adventures, with access to spheres being determined by the priest's class and deity.
Descriptions of artifacts (unique magic items) were removed from the Dungeon Master's Guide.
Many utilities, including tables for random generation of dungeons, were removed from the Dungeon Master's Guide.
Exchange rates for the low-valued coins were doubled; it now took only 100 copper pieces or 10 silver pieces to make one gold piece.
The hardcover Monster Manual was initially replaced by the looseleaf binder-format Monstrous Compendium; the Monstrous Compendium would eventually be replaced by the hardcover Monstrous Manual.
Fiendish and angelic creatures (demons, devils, daemons, devas, solars, etc.) were removed from the game, as were spells that allowed such creatures to be summoned or controlled. These creatures would later be renamed and modified in the Monstrous Compendium supplement on the Outer Planes.
Psionics were no longer included in the Player's Handbook, though they later appeared in their own supplement.
Maximum level was standardized at 20 rather than varying by class.
Magic resistance was changed so that a mage above 11th level would not impose a 5% penalty per mage level above 11th on an unwilling subject the mage was casting a spell on.

Fonte: http://en.wikipedia.org/wiki/Advanced_D ... 26_Dragons

Eu sei que é dificil você parar de ser um fanboy e continuar afirmando que a sua edição tinha regras que ajudavam o Roleplay e que todos temos que ler ela, pois bem, eu o fiz, não adianta correr para trás agora, fora essas mudanças, as edições são MUITO similares :parede: .


AD&D é tão bom quanto qualquer outra edição de D&D para jogar Roleplaying.

Discorda de mim? Releia a terceira, a quarta, e a primeira edição até concordar.


Não irei postar nada para ajudar meu argumento porque EU SOU HARDCORE, EU SOU HARDCORE.

O.O


CHEGA

Divida esse tópico madruga, nomeio - "AD&D: RELEIA-O" e vamos continuar a discussão ali.


MEU ODIO QUEIMA COMO MIL ESTRELAS :frenzied:


Essas regras incentivam a interpretação no momento em que permitem uma interação mais intensa dos personagens dos jogadores com determinados personagens do mestre.


MAS O QUE DIABOS? O QUE DIABOS? ESSA É A REGRA MAGICA ESPECIAL SUPER SUPIMPA QUE FAZ AD&D SER O APICFE DOS D&DS? UMA REGRA DE HIRELINGS QUE EXISTE DESDE A PRIMEIRA EDIÇÃO, SE PERPETUOU A SEGUNDO E A TERCEIRA E É MENCIONADA NO LIVRO DO MESTRE DA QUARTA EDIÇÃO PARA SER UTILIZADA COM PREOCAÇÃO PELO MESTRE PARA NÃO FLOODAR A CAMPANHA COM PERSONAGENS MENORES?


MEU ODIO! ELE DOI! ELE DOI!

PÁGINA 116 DO LIVRO DO MESTRE DA QUARTA EDIÇÃO, A MESMA REGRA, SÓ QUE AGORA ELA É MAIS FLEXIVEL E MENOS MECANICA.
Editado pela última vez por AKImeru em 23 Fev 2009, 23:28, em um total de 4 vezes.
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