Locke Winchester escreveu:Engraçado tu elencar os dois em seguida, paguei uma assinatura do insider com mais 4 caras aqui da spell (sim argrim, agora você também é mais um cara aqui da spell) pagamos 26 reais cada um, temos todo o material mecanico que a 4e já lançou, pra acesso online de todos nós por um ano.
Droga! Mas quais o benefícios disso, desconto em cinema? ou suplementos de RPG ?
Locke Winchester escreveu:Quantos RPGs te dão tanto material por 26 reais?
Realmente, dividido entre um grupo não da para reclamar do valor, se gasta mais que isso em gasolina e suprimentos (rango) para uma sessão.
Sou novato na 4°edição, então minha impressões podem estar erradas.
O que eu gostei nela, em relação as edições anteriores:
- Equilíbrio maior entre as classes;
- Fim da mesmice de ficar só fazendo ataque básico, que acontecia com algumas classes;
- Os personagens prestarem para alguma coisa desdo inicio do jogo;
- Dinâmica do combate;
- Respeito maior pelo personagem, não morre para qualquer coisa;
- Sem aquelas idiotices de quase qualquer monstro inutilizar permanentemente(ou quase) o personagem, cegando, amputando ou fazendo a cabeça dele cair e sair voando;
- Utilização da tecnologia como um aliado e não um inimigo, que vai acabar com o jogo.
O que não gostei:
- A construção pode causar um abismo grande entre os personagens;
- Quantidade de suplementos e novas habilidades acabam deixando muito mais opções para algumas classes que outras;
- Maioria das habilidades resume em causar dano e mais alguma coisa, buff e suporte ficaram muito em segundo plano.
Na minha opinião, o D&D mudou muito o foco com o passar das edições, lembra muito o que aconteceu com a franquia do Residente Evil e acho que nos jogos de video game em geral.
O primeiro Residente era marcado pela precariedade, tudo era contado e escaço, bala, cura e até saves. Muito da diversão (e dor de cabeça) vinha da gerência disso, mas principalmente no início do jogo, com passar do tempo o acúmulo de recurso fazia isso se perder e mudava a identidade do jogo.
As edições posteriores o foco foi mudando para dinâmica e desafio do combate atual e a evolução do próximo, mantendo a estrutura do jogo mais linear.
É mais ou menos isso que aconteceu com o D&D. Aquela coisa de estar no meio de uma dungeon, sem nada de cura e todo mundo com uma miséria de HP não acontece com a mesma frequência, mas aqueles combates que só servem de checkpoint para tirar umas curas e uns HPs do grupo, também não.
Particularmente, me divirto com as duas abordagens.