Que para bom entendedor significa....não vamos forçar a barra, ou seja, fora Eladrins.
Eu não vi nada no que o Rod Thompson escreveu que dê tal idéia. No máximo, pode-se entender ( "It's not a kitchen sink setting by any means; there are things that are part of other settings which simply won't be seen in the Dark Sun setting" ) que eles não vão enfiar o que está em outros cenários ( Artificer, Warforged, Genasi e cia, que estão no EPG e no FRPG ) em Dark Sun, o que não deixa de ser algo positivo. Porém, não há
nada que indique que ele retirarão elementos da 4E do cenário, incluindo os Eladrins ( e isso é reforçado pela manutenção da Feywild em Athas, vide o post do Richard Baker quanto aos Belgoi ).
Citando o James Wyatt quanto a um dos objetivos de DS na 4E:
Our goal with the setting was to cleave as close to the original boxed set as possible while still allowing as many D&D options as we could and making the setting ideal for 4th Edition play. O que é basicamente a manutenção da política "enfie tudo no cenário" ( e como coloquei, eu sequer citei os problemas que podem existir em adaptar o que virá no PH3 ).
Não que eu não ache que Athas não se encaixa bem com o sistema e boa parte do "feeling" da 4ª Edição, ao contrário, eu vejo Athas como um dos melhores cenários para a 4ª Edição devido a uma série de mudanças positivas no sistema ( "Guerreiros" não são mais "Summonable Minions" de Magos ( exceto Orbzards

), as classes "Primals" e o destaque maior que receberam são ótimas para Athas, a necessidade de ítens mágicos é menor - pero no mucho - do que em outras edições, os personagens não são dependentes apenas de "fontes divinas" para se recuperar e o sistema de PVs/Surges faz com que os personagens geralmente se machuquem consideravelmente em cada combate, mas possam se recuperar disso fora dele ). O problema maior ( e que destrói boa parte do meu entusiamo com Dark Sun 4E ) é justamente a idiota política de que todos cenários tem que suportar todo o material lançado no CORE, que parece que vai ser mantida com DS ( assim como foi com Forgotten Realms e Eberron ).
Porém não contra o conceito de indivíduos únicos.
Eu não sou exatamente simpático ao "conceito de indivíduos únicos", já que ele é responsável por incentivar jogadores a utilizar "aberrações sem sentido" no cenário e por fazer com que tais aberrações se tornem comuns ( pense em Drizzt do´Urden e a disseminação de Drows Bonzinhos ).
"Eu não sou católica, mas considero os princípios cristãos - que tem suas raízes no pensamento grego e que, no transcorrer dos séculos, alimentaram todas as nossas civilizações européias - como algo que uma pessoa não pode renunciar sem se aviltar" Simone Weil
When you decide to grant power to government, start by thinking "What powers would I allow the government to have over me if I knew that my worst enemy in the world was going to be in charge of this government?" - Hastings & Rosenberg.