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Mensagempor CF em 28 Ago 2007, 03:32

Lune escreveu:Quanto às classes, as mudanças são previsíveis, aproximando o conceito do d20 Modern e dividindo as habilidades de classe em diversas árvores de talentos. Pessoalmente, só lamento que tenham se livrado do Wound System - sim, ele era letal demais, mas era melhor revisá-lo que simplesmente adotar o sistema de hit points.


Mas o sistema de pontos de vida unido com o esquema da condition track termina sendo quase a mesma coisa que o sistema de Vitality/Wounds. E com um adicional bacana: você pode levar um acerto debilitante sem ser crítico do seu inimigo, e isso não implica necessariamente na perda da maior parte dos seus pontos de vida (ou vitality).

Ele termina mais letal no sentido do seu personagem ficar mais lascado com as porradas que leva, mas sem tanta chance de um oponente te matar só porque rolou um "20".

Acho que para D&D esse sistema fica melhor que o esquema de vitality e wounds. Apesar de eu ver ainda muitas aplicações interessantes para V/W.
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Mensagempor Aluriel de Laurants em 28 Ago 2007, 09:56

Eu não gosto de gnomos, acho que pra esse negócio feérico eles são, muito... gordos e pra engenhoqueiros ninguém é mais interessante que um bom goblin


Mas eles tem que ser gordos, porque não teria graça, bem eu falei ar feérico, não serem fadas, apenas uma raça que lida com magia de forma similar.
Quanto aos Goblins, eu concordo, adoraria ve-los como uma raça jogável e equilibrada com as demais, se bem que dificilmente as pessoas fazem goblins tão legais quanto os de magic.
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Mensagempor Agnelo em 28 Ago 2007, 10:13

Aluriel de Laurants escreveu:
Eu não gosto de gnomos, acho que pra esse negócio feérico eles são, muito... gordos e pra engenhoqueiros ninguém é mais interessante que um bom goblin


Mas eles tem que ser gordos, porque não teria graça, bem eu falei ar feérico, não serem fadas, apenas uma raça que lida com magia de forma similar.
Quanto aos Goblins, eu concordo, adoraria ve-los como uma raça jogável e equilibrada com as demais, se bem que dificilmente as pessoas fazem goblins tão legais quanto os de magic.


Eu gosto de gnomos gordinhos, eu só quis dizer que eles são muito bonachões pra serem feéricos.

Sei que o termo engloba muito mais que isso, mas a impressão que tenho quando o ouço é sempre um ar de sonho, algo como sandman ou ilustrações do yoshitaka amano.
Eu amo você. Você é meu único filho e tenho orgulho de você. Você trouxe à sua mãe e a mim mais alegria do que eu achei que houvesse. Seja bom pra ela e cuide bem dela.

Seja um dos mocinhos. Você tem que ser como John Wayne: Não aguente merda de nenhum idiota e julgue as pessoas pelo que elas são, não pela aparência.

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Mensagempor AKImeru em 28 Ago 2007, 10:21

Locke Winchester escreveu:
Aluriel de Laurants escreveu:
Eu não gosto de gnomos, acho que pra esse negócio feérico eles são, muito... gordos e pra engenhoqueiros ninguém é mais interessante que um bom goblin


Mas eles tem que ser gordos, porque não teria graça, bem eu falei ar feérico, não serem fadas, apenas uma raça que lida com magia de forma similar.
Quanto aos Goblins, eu concordo, adoraria ve-los como uma raça jogável e equilibrada com as demais, se bem que dificilmente as pessoas fazem goblins tão legais quanto os de magic.


Eu gosto de gnomos gordinhos, eu só quis dizer que eles são muito bonachões pra serem feéricos.

Sei que o termo engloba muito mais que isso, mas a impressão que tenho quando o ouço é sempre um ar de sonho, algo como sandman ou ilustrações do yoshitaka amano.


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Mensagempor Agnelo em 28 Ago 2007, 10:36

Oda Nobunaga escreveu:
Locke Winchester escreveu:Eu gosto de gnomos gordinhos, eu só quis dizer que eles são muito bonachões pra serem feéricos.

Sei que o termo engloba muito mais que isso, mas a impressão que tenho quando o ouço é sempre um ar de sonho, algo como sandman ou ilustrações do yoshitaka amano.


Imagem?


Exatamente,

e convenhamos gnomos não levam jeito pra isso :bwaha:


Eu também acho que deve haver uma dúzia de raças que eu poria no core antes dos tieflings.

Orcs, goblins e kobolds, por exemplo, seriam uma boa adição.
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Mensagempor Lune em 28 Ago 2007, 14:26

CF escreveu:Mas o sistema de pontos de vida unido com o esquema da condition track termina sendo quase a mesma coisa que o sistema de Vitality/Wounds. E com um adicional bacana: você pode levar um acerto debilitante sem ser crítico do seu inimigo, e isso não implica necessariamente na perda da maior parte dos seus pontos de vida (ou vitality).


O problema da Condition Track é que ela cria mais lerdeza - o Mestre já tem que lembrar da AC, Iniciativa e HP de todo mundo, mais o status da Condition Track... sem falar que ela me lembra demais de Storyteller pra que eu use ela em uma campanha de ficção científica.

Na nossa mesa de Star Wars, o Mestre tinha adotado uma house rule maravilhosa pros Wound Points: você só morria com -10 WP, assim como em D&D você só morre com -10 de hp. Assim, ainda era perigoso enfrentar hordas de Stormtroopers, mas a chance de você realmente morrer em um combate aleatório eram bem pequenas.

É preciso lembrar que Star Wars tem um feel diferente de D&D. Em Star Wars, não se espera que um personagem, por mais níveis que tenha, sobreviva a um batalhão de inimigos. Até mesmo os mestres Jedi foram mortos por simples Clone Troopers. Por isso, eu considero que é um erro adotar o sistema de hp.

E realmente espero que a Condition Track não apareça na 4ª edição. Para um jogo que pretende simplificar as regras e agilizar o combate, adicionar mais um elemento pro Mestre ficar acompanhando seria bem obtuso.
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Mensagempor WillDice em 28 Ago 2007, 14:38

Os tocados estão ficando muito comuns em D&D, o próximo passo seria mesmo ter um no core.
De uma dupla de raças exóticas e mal disponíveis para jogadores (aasimar e tieflings no D&D 3.0), passamos a ter genasis em Faerûn (e seus primos mephlings no planar handbook), chaonds e zenythris, fey'ri, tanarukk, narzugon, shadowswyft, tocados por fadas, uma versão "dragontouched" para cada raça básica (e algumas extras) em Dragon Magic, shifters e changelings de Eberron...
E os tieflings e (em menor grau) aasimars sempre subindo de importância. Por acaso tem racial paragon class para kobolds ou goblins no UA? Pra tiefling tem. O povo deve gostar mesmo.

---

Sobre cortar os gnomos... o Cassaro fez antes, em Tormenta. Precisa dizer mais?
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Mensagempor Eltor Macnol em 28 Ago 2007, 14:43

WillDice escreveu:Sobre cortar os gnomos... o Cassaro fez antes, em Tormenta. Precisa dizer mais?


Até um relógio estragado está certo duas vezes por dia.
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Mensagempor Aluriel de Laurants em 28 Ago 2007, 14:50

Voltando aos gnomos, e se eles fossem mais parecidos com os reais com aquela magia de trapaça e parentesco com as fadas, não no sentido changelling ou neil gaimaniano da palavra, mas aquele relacionados aos contos de fadas e historias folcloricas mais tradicionais, onde as fadas são menos oníricas também.
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Mensagempor Eltor Macnol em 28 Ago 2007, 15:03

Voltando aos gnomos, e se eles fossem mais parecidos com os reais


Tchê, os gnomos não vão existir no LdJ da 4E. Não tem como ficar mais parecido com a realidade do que isso! :bwaha:
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Mensagempor juma em 28 Ago 2007, 15:06

Voltando aos gnomos, e se eles fossem mais parecidos com os reais


Concordo com o Eltor, e digo mais: gnomos não existem, mas sim duendes.
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Mensagempor CF em 28 Ago 2007, 15:19

juma escreveu:Concordo com o Eltor, e digo mais: gnomos não existem, mas sim duendes.


E eles existem em três variedades: os verdes, os macabros e os demoníacos.
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Mensagempor WillDice em 28 Ago 2007, 15:25

Eltor Macnol escreveu:
WillDice escreveu:Sobre cortar os gnomos... o Cassaro fez antes, em Tormenta. Precisa dizer mais?


Até um relógio estragado está certo duas vezes por dia.


...mas você só pode determinar isso tendo um relógio bom pra comparar. Então tá, vou esperar pra ver como fica.

(Mas que foi estranho o Eltor quase parecendo defender o Cassaro, ah foi mesmo :b )

Na verdade, eu prefiro simplesmente pegar aqueles baixinhos que chamam de "halflings",
"hobbits" e às vezes "kenders" (ou ainda "kithkin" em magic) e passar a chamar de gnomos. Já funcionou comigo em umas duas campanhas curtas, daquelas que se cria um mini-cenário aos poucos, sem muito compromisso.
Pra quê os dois, afinal? Não fica boa uma raça de baixinhos com tendências pacíficas, furtivos, moradores de tocas (ou nômades), que preferem magias ilusórias e divertidas a coisas mais "sérias", e lá no fundo com coragem de gente grande? Eu gosto disso tudo junto.

(e note isso: Tormenta tem halflings e não tem gnomos. Warcraft tem gnomos e não tem halflings. Adivinha qual eu prefiro?)
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Mensagempor Lofwyr em 28 Ago 2007, 16:08

Regras para encontros sem combates. O exemplo dado foi uma interação social. Diferente da 3E, na qual a negociação pode ser determinada com uma rolagem de Diplamacia, ela será tratada quase como um combate na 4E. Eu faço um teste da perícia, mas também digo ao mestre o quê/como estou fazendo. O oponente responde com um comportamento (e teste) da parte dele. Eu retruco com um novo teste, e novas palavras. E por aí vai.


Estou até imaginando os personagens utilizando o mapa da Masmorra Burocrática, dando uma carga diplomática, e o personagem recebendo um Blefe de Oportunidade, rssss. Desculpa pessoal, eu realmente não resistir a imaginar coisas como diplomacia sendo reduzidas a um "combate de miniaturas". Por outro lado, pode acabar com a discussão do outro tópico... sobre como interpretar um personagem carismático quando o jogador não tem as manhas.

E só para constar, como uma curiosidade: Reinos de Ferro não tem gnomos nem halflings.
"Watch your back, shoot straight, conserve ammo
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Mensagempor AKImeru em 28 Ago 2007, 16:19

Eltor Macnol escreveu:
WillDice escreveu:Sobre cortar os gnomos... o Cassaro fez antes, em Tormenta. Precisa dizer mais?


Até um relógio estragado está certo duas vezes por dia.



Sim é verdade. Não vamos esquecer que Cassaro conseguiu a façanha de transformar os elfos na raça mais odiosa de todos os tempos.

(Eu odeio elfos. E eu odeio furries.)


Ah e eu vou mestrar um Dungeon Crawl onde a unica maneira de derrotar os monstros é em debate.


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