Minha avaliação:
Foi divertida. Foi épica.
Enfim, foi como o bom e velho D&D.
Os poderes dos guerreiros ficaram muito mais interessantes do que o velho "ataca, ataca, erra, acerta, rola dano". As miniaturas ficaram legais e foram bem utilizadas. A aventura, extremamente básica, foi direta ao seu ponto, que era "OH MEU DEUS, ME JOGUE E VEJA UM POUCO DO NOVO SISTEMA!!!". Fiquei com todos os dados e figuras, inclusive a dos jogadores. Como não deu tempo esta semana, semana que vem eu vou mestrar de novo para vermos quem fica com o Dragão Branco (e vou estudar TODOS os poderes dele, porque eu quero!).
Agora os pontos mais chatos que eu percebi (mas essa é só a percepção inicial, e também pelo fato de como a aventura foi conduzida, tanto como dentro da aventura e fora dela):
1) Realmente, o combate ficou bem dependente de um componente visual e físico para funcionar. Vai ser difícil imaginar as posições, poderes, etc., sem qualquer coisa que marque as posições. Óbvio, não estou falando "D&D virou wargame wtf hax!" ou "Isso vai matar a interpretação!!1!", porque todos sabemos que isso é balela, mas que ficou um tanto latente que precisa de algo nesse sentido visual para o combate, ficou. Como é de minha opinião pessoal que acho meio chato ter que ficar movendo as miniaturas a toda hora, não gostei tanto disso (felizmente, como haverá menos combates, porém mais duradouros, não terei que mexer tanto com isso, e gostei do fato de ter menos combates, porém mais importantes).
2) O combate com os hobgoblins ficou muito lento. Talvez tenha sido o azar dos dados, mas uma CA de 23 (+2 por lutar lado a lado, +2 por estar atrás de um sarcófago) fez o combate se estender por um tempo maior do que o divertido na minha mesa.
3) a Devir, em toda a sua eficiência, não enviou as fichas traduzidas, o que fez com que eu perdesse muito tempo com um grupo que não sabia inglês. Ademais, or cartões que vieram juntos com as minis não batiam com as fichas, e não foram utilizados.
4) O poder Fey Step e o poder Eye*alguma coisa*, do Eladrin e do Meio-Elfo, respectivamente, ficaram um tanto estranhos para explicar. Mas creio que, como o paradigma desse mundo é diferente dos que nós estamos acostumados, terei que ler melhor para saber como esse mundo se modifica por causa desses poderes.
Mas, no final, teve um saldo bem positivo. No máximo, é uma questão de se acostumar, como foi me acostumar do AD&D para o D&D 3.0.
Aprovação do Gladius Dei: concedida.

Inteligência é perceber que, daqui a dez anos, você será menos tolo.
Sabedoria, portanto, é compreender que você é um tolo agora.
Bom senso, por fim, é tentar não ser um tolo hoje.
- Desconhecido
(Gladius, tentando sempre ser menos tolo)
Gladius desencanou. Ele sabe quem ele é, o que faz, e o que foi feito à ele. Nada disso pode ser mudado. Procure uma contra-resposta, ela existe. Tenha um bom dia.