[Reino] Chemkrë

Projeto coletivo de criação de um cenário oriental para o sistema d20, bem como criação e alteração de regras para o mesmo.

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Re: [Reino] Chemkrë

Mensagempor Emil em 19 Set 2010, 22:11

Quero agradecer os elogios, são um puta incentivo. O tempo anda corrido, mas aos poucos eu vou atualizando.

A Igreja Chemkri do Uno


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Ainda que por vezes hajam rusgas e mal entendidos, a Igreja Chemkri do Uno é a principal aliada do governo de Ekmek Hetum, o príncipe de Chemkrë. O alto clero é muito mais organizado que a nobreza ocidental, e a proximidade com o poder central é muito maior que a dos clãs orientais. Se há alguma homogeneidade no território chemkri, é a condição da Igreja como segundo em comando.

Esse papel capital faz com que as vantagens e as desvantagens da instituição sejam quase soluções e problemas do principado de Chemkrë. Assim, o bom relacionamento com Daguna se deve ao intercâmbio oficial entre a Igreja Chemkri e ao governo-igreja dagunar. Por outro lado, é sempre possível notar uma gota de suor frio escorrer do lado esquerdo da têmpora do príncipe quando questões como o uso de Magia Arcana pelos membros do clero, ou o papel das mulheres no sacerdócio surgem. A igreja de Tervat não vê com bons olhos nada disso, enquanto a Igreja Chemkri não só não liga, como às vezes incentiva tais práticas. De fato, em Chemkrë, mulheres podem ser clérigas do Uno, e parte do corpo do clero pesquisa magia quase como se fosse uma ordem. Isto se perdoa pela capa fé com que a pesquisa é revestida, aquilo é visto como heresia do lado de lá da fronteira. Ambos são constante fonte de debates acalorados, e até conflitos físicos, entre fiéis das duas Igrejas. E é uma das úlceras no estômago de príncipe, que constantemente se empenha para manter as relações entre as duas instituições o mais cordiais possíveis, de maneira que a sanha expansionista tervatiana mantenha-se contida.

O Papel das Mulheres na Igreja


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Chemkrë não tem uma cultura muito homogênea: as invasões deixaram marcas diferentes ao longo do território, os clãs originais tinham diferentes culturas: os mais orientais eram patriarcais, os mais próximos ao limite com Avkhass eram matriarcais. Em alguns lugares, os xamãs eram os responsáveis pela ligação com o espiritual, em outros, sacerdotisas, e em ainda outros, cultos admitiam a participação efetiva do masculino e do feminino. Os processos de expansão da Igreja e do Estado podem até ter tentado, mas não conseguiram modificar todos os costumes das diferentes populações que viviam no território; pelo contrário, alguns foram assimilados, tornando-se distintivos, peculiaridades locais do culto em alguns caso, ou se espalharam no seio das normas da Igreja e se tornaram hegemônicos. O papel das mulheres está no meio do espectro: elas são admitidas conforme o território ou onde se deu o surgimento da área de atuação. Majoritariamente, o corpo da Igreja é formado por homens, mas dependendo dos costumes da região, é possível encontrar mulheres exercendo o sacerdócio, servindo como protetoras, magas da Igreja ou mesmo, muito mais raramente, como guerreiras sagradas.

Os Oito Níveis de Fidelidade


Como em quase todas as religiões ligadas ao culto do Uno, o número sagrado da vertente chemkri é o número oito. Portanto, são oito os níveis de fidelidade ao Uno:

Nível 8, os distantes

Em linhas gerais, a Igreja Chemkri considera todos as espécies inteligentes como parte da criação máxima do Uno, sendo a consciência a porta de ligação com a divindade. O Uno é uma instância superior à Igreja, ele a extrapola. Mesmo os que não dividem a fé ou não participam do culto fazem parte da criação, e portanto estão incluídos, mesmo que não saibam ou não queiram, na religião. Este preceito, conhecido como Teologia do Todo, foi uma das causas da ruptura entre a vertente chemkri e a pyodinniana. Os seguidores de Pyodinn não aceitam que a infidelidade aos princípios do Uno seja considerada um grau de fé, mesmo que seja o mais baixo deles.

Nível 7, os aprendizes

Nos dias atuais, em que a Igreja é uma das instituições do Estado, este nível é quase sinônimo das crianças, que ainda não têm idade para compreender todo o ritual e as sutilezas da unidade. Mas, como outrora, ele se refere àqueles nos estágios iniciais de conversão à fé no Uno. Com a expansão em ritmo mais lento, é um pouco mais raro que os haja em idade adulta, entretanto. Mas não impossível. De qualquer forma, tanto fiéis quanto protetores e sacerdotes são responsáveis por guiar seus primeiros passos na estrada que leva ao Uno.


Imagem reduzida. Clique na imagem para vê-la no tamanho original.

Crianças aprendendo sobre os Potestades do Uno.


Nível 6, os fiéis

São aqueles que passaram pelo primeiro ritual de iniciação. Em Chemkrë, isto quer dizer um banho ritual nas águas de um dos rios subterrâneos da nação. Esta prática, aliás, é herdeira de um ritual xamânico muito anterior à religião monoteísta; as águas secretas sempre foram motivo de culto, principalmente nas áreas mais secas e rochosas. A Igreja considera a idade de oito anos como a mais apropriada para a iniciação, mas a verdade é que ao longo do território chemkri, especialmente mais a leste, este ritual se confunde com os rituais de iniciação à vida adulta, e acaba por seguir o padrão de cada um dos antigos clã. De qualquer maneira, a partir deste nível os fiéis estão aptos a realizar participações auxiliares nos rituais de culto.

Nível 5, os protetores

Este é um dos níveis mais confusos da Igreja: Inicialmente, ele dizia respeito apenas àqueles que começavam o processo para se tornar sacerdotes da religião. Os postulantes ao sacerdócio faziam um juramento ritual em que prometiam guardar os segredos do Uno daqueles que ainda não estivessem prontos para ouvi-los, protegendo assim tanto os mistérios do culto quanto as mentes despreparadas dos fiéis mais curiosos. Isto ainda acontece, mas este nível teve que se adaptar, conforme a Igreja e a religião tiveram, para dar conta da expansão e da influência recebida. Atualmente, os guardas dos templos e os guerreiros sagrados do Uno também recebem este título, embora participem de rituais diferentes do original. Isso siginifica que todo membro do Protetorado Pétreo está, pelo menos, no quinto grau da escala da fé. Além disso, onde o modelo de sociedade ainda é pautado na estrutura de clãs, o patriarca (geralmente mais a leste) ou a matriarca (geralmente nas áreas de fronteira com Avkhass) também podem receber este título. Isto aconteceu primeiramente durante o período de expansão da Igreja, quando era necessário ganhar a confiança dos chefes de clã e enfraquecer a influência das religiões xamânicas. Até hoje, não é raro que, para algumas comunidades, a autoridade deste tipo de protetor esteja acima da do sacerdote designado para a área, embora as regras da Igreja digam o contrário. Dentro dos rituais, os protetores recebem a função de organizar os fiéis, garantir que os objetos de culto estejam preparados, e auxiliar os sacerdotes nas partes mais restritas.

Nível 4, os sacerdotes

São os clérigos chemkri do Uno. São responsáveis pelos rituais abertos, por orientar a vida espiritual da comunidade para a qual foram designados, e podem até receber pequenas missões, geralmente relacionadas a espalhar a palavra do Uno. Também são responsáveis por quase todas as tarefas dentro dos mosteiros, incluindo limpeza, cozinha, organização, ou trabalhando como bibliotecários e copistas.

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Sacerdotiza chemkri do Uno se preparando para um ritual.


Nível 3, os honoráveis

Existem dois tipos de honoráveis nas fileiras da Igreja: de um lado os comandantes e generais do Protetorado Pétreo, responsáveis pelo treinamento e pela proteção dos guerreiros sagrados e guardiões dos templos e mosteiros; e de outro os sacerdotes mais experientes, que provaram seu valor cumprindo bem os muitos trabalhos que lhes foram designados. Os primeiros são militares de alta patente, responsáveis por manter o exército da Igreja, planejar campanhas, cuidar da estratégia e manter a instituição segura. Os segundos receberam postos mais altos na hierarquia da Igreja. Podem responsáveis por um mosteiro (embora mosteiros muito grandes possam ter até três honoráveis responsáveis), por administrar as finanças, por criar e aprovar missões, e por todos os trabalhos que exigem alta confiança. Podem conduzir os rituais comuns, têm acesso a muitos rituais secretos (embora não seja incomum que honoráveis escondam uns dos outros rituais pouco conhecidos), e muitos devotam suas vidas a descobrir e criar novos rituais. A maior honra que pode receber um honorável é apresentar um ritual inédito ao conselho dos oito.

Nível 2, os oito sábios

É o conselho máximo da Igreja Chemkri, e, como o nome diz, só existem oito de cada vez. Cada um é responsável pelo controle de uma área dentro da Igreja: a teologia do uno, os livros, a magia, o Protetorado, o tesouro, as relações externas, as relações internas e a busca pelos locais sagrados. O conselho se reúne para definir prioridades, manter o bom funcionamento da Igreja, informar uns ao outros do andamento dos trabalhos, além de definir linhas de resolução nos momentos de crise, oficializar tratados importantes, definir a sucessão do sumo patriarca, etc. Dizem que estes sábios têm acesso aos rituais mais secretos e poderosos da religião do Uno, mas pouco se sabe efetivamente, já que as reuniões são secretas. Somente um dos oito sábios é elegível a sumo patriarca. Quando isto acontece, ou em caso de morte de um dos oito sábios, um honorável mais experiente, que já vinha trabalhando na mesma área e junto ao sábio, geralmente apontado por este, é promovido e passa a ocupar a cadeira vaga.

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K'are Ujegh, sábio do Protetorado Pétreo.


Nível 1, o sumo patriarca

Teoricamente é a figura mais importante da Igreja e o representante máximo do Uno na terra. Quando há impasse nas reuniões do conselho dos oito, ao sumo patriarca cabe a palavra final. Além disso, suas ações e decisões são soberanas, e ele tem o poder de modificar ou ignorar as diretrizes do conselho, embora isso ocorra com certa raridade. Diz-se que o sumo patriarca é apontado por um ritual, mas a verdade é que os oito sábios o elegem segundo algumas regras não escritas: a) a regra do mais velho – O membro mais velho do conselho dos oito é eleito. b) a regra da rotatividade – Procura-se revezar a área de onde vem o sumo patriarca, para evitar demasiado favorecimento ou desfavorecimento de certas ações. No fim das contas, dada a idade avançada da maioria dos membros eleitos ao cargo, a verdade é que os mandatos não costumam durar mais que alguns anos. Não é raro que haja patriarcas muito debilitados ou senis exercendo a função, mas, como todas as altas reuniões são restritas ao conselho, mais ninguém fique sabendo. No fim das cotas, o sumo sacerdote é apenas uma figura, e os rumos da igreja geralmente são decididos pelos oito sábios em conjunto.
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Re: [Reino] Chemkrë

Mensagempor Léderon em 14 Nov 2010, 10:03

Emi, gostei muito da organização. Os oito níveis ficaram bacanas, e a mudança dos detalhes dependendo da região de Chemkrë deu um ar todo especial pra isso. Os honoráveis são tremendamente ótimos pra aventuras, e isso de buscarem rituais novos ficou bem legal :3

Fiquei curioso por uma coisa: é possível que mulheres ascendam à "sumo-matriarca"?
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Re: [Reino] Chemkrë

Mensagempor Emil em 17 Nov 2010, 02:20

Led, obrigado pelos comentários!

E na teoria, é possível sim, só que nunca aconteceu. Estou pensando em colocar no máximo uma honorável no círculo dos oito, e mesmo isso já seria uma novidade.
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Re: [Reino] Chemkrë

Mensagempor Madrüga em 17 Nov 2010, 16:58

Pô, Emi, sou capaz de jurar que já tinha comentado essa organização da igreja Chemkri!

Ela ficou muito bacana, tem um jeitão de pirâmide Tremere e inclui mesmo quem não tá nem aí com a igreja. Só isso já me pareceu uma estrutura tremendamente humana (num sentido BOM), não sei bem explicar; ficou bastante verossímil e pegou bem a simbologia no número oito.

Isso agora só me deu uma sede de VER as cidades de Chemkrë sendo construídas e detalhadas, :wub:
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Re: [Reino] Chemkrë

Mensagempor Emil em 18 Ago 2011, 22:12

Estava fuçando nas minhas coisas e achei este gancho. Escrevi há um tempinho e esqueci de dividir com vocês, mas corrijo o erro agora:

Os diários sobre Kali Thenkari


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Há não muito tempo, um documento que permanecia restrito a alguns círculos da Igreja Chemkri veio à tona. Uma antiga tradução e estudo de um texto ainda mais antigo. Aventureiros, curiosos, mercenários e outros eventuais interessados concordam que são anotações de um conhecedor de magia sobre os diários de alguém que viveu e conheceu por dentro os primórdios da Igreja Chemkri. Quem já leu uma das cópias do documento garante que com certeza o mago que o escreveu estudou a vida de um clérigo do Uno, desde seu tempo como protetor em um monastério até o final de sua vida. É por si só um texto de inestimável valor histórico. Mas o motivo de tanto frisson é que o escritor do texto original passou a vida inteira estudando rituais mágicos que borram a fronteira entre a magia divina e a arcana.

Segundo a tradução, os diários começam quando Agros Agamemni se tornou protetor no Mosteiro Kali Thenkari (atualmente perdido). Ele estava em processo de aprendizado nos caminhos do clericato e chegou a auxiliar um estudo de membros mais antigos para o desenvolvimento de um ritual de purificação, cuja descrição, ainda que lacunar, não corresponde a nenhum ritual conhecido pelo atual corpo da Igreja. Enquanto ele ainda era um protetor, entretanto, o mosteiro em que estudava foi alvo de um ataque. A tradução nomeia o autor deste ataque apenas de “inimigo”... é difícil identificar exatamente o povo ou a espécie responsável pelo ataque, mas a descrição deixa claro que quem quer que fosse, tinha a mácula a seu lado. O mosteiro sofreu cerco por semanas, até que os sacerdotes e honoráveis bolaram um plano para furar o cerco e salvar os mais jovens. Alguns escaparam na fuga, alguns não; o autor dos diários estava entre os primeiros. Junto com outros sobreviventes, ele buscou ajuda dos clãs da região, e talvez tenha conseguido juntar até um pequeno exército, que expulsou ou destruiu os invasores. Porém, por léguas o solo em torno de Kali Thenkari ficou maculado permanentemente. Após buscas infrutíferas por um caminho seguro, os líderes dos clãs decidiram não voltar ao monastério. A possibilidade de encontrar sobreviventes era nula, não valia a pena comprometer os corpos e as almas dos valentes guerreiros.

Esta foi uma experiência marcante para Agros, que passou o resto de sua vida estudando a mácula e rituais de purificação. O boato corrente, inclusive, é que ao final de sua vida, levado pela obsessão pelo primeiro assunto, ele foi completamente corrompido. A tradução é ambígua quanto a este ponto, muito provavelmente porque o tradutor se tornou obcecado pelo trabalho de Agros, assim como Agros desenvolveu uma obsessão por desvendar o que aconteceu. A chave que liga os dois são as orbes que o clérigo desenvolveu. Já mais experiente, Agros passou a armazenar magia em pequenos objetos esféricos, mais ou menos do tamanho de uma maçã, e segundo seu diário foram a chave para finalmente entender o que aconteceu. Se Agros morreu logo após escrever as últimas páginas de seu diário, morreu um homem amargurado, assombrado pela certeza de que poderia ter salvado seus mentores em Kali Thenkari. O tradutor do texto tinha certeza que as orbes lhe deram o conhecimento necessário para entender a situação por qual passara. Talvez algumas delas possibilitassem um tipo de clarividência, talvez elas encerrassem o poder necessário para atravessar a área maculada de maneira segura, talvez elas carregassem a chave para a destruição dos inimigos. Entretanto, não há registro que ele tenha encontrado ou desvendado o funcionamento das orbes.


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Ganchos para aventuras


Esse documento desperta interesse tanto da Igreja Chemkri quando das ordens arcanas que vêm se instalando e agindo em Chemkrë. A Igreja se interessa tanto pelos rituais sagrados descritos quanto pela localização do mosteiro perdido. As ordens estão interessadas nos rituais arcanos, nas orbes, e às vezes até no conhecimento sobre a mácula.

Por um lado, os PJs podem ser contratados para encontrar Khali Thenkari, ou buscar outros documentos (incluindo versões e cópias mais completas e mais fidedignas da tradução) com mais pistas, tanto sobre a localização do mosteiro, quanto sobre o ritual desconhecido. Por outro lado, podem acabar se envolvendo propositalmente ou por acidente nos conflitos entre as ordens que lutam pela posse das orbes.
Editado pela última vez por Emil em 20 Ago 2011, 13:56, em um total de 1 vez.
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Re: [Reino] Chemkrë

Mensagempor Madrüga em 20 Ago 2011, 10:48

Pô, Emi, demorei pra comentar, mas adorei! Essa é uma ideia muito boa, principalmente por ninguém saber onde está o tal mosteiro e pela coisa de "área maculada com bolsão de pureza dentro". Acho que valia até um mapinha, como se fosse desenhado no manuscrito, descrevendo essa condição.

E só duas coisinhas: frisson? XD E na frase "Junto com outros sobreviventes, ele buscou ajuda dos clãs da região, e talvez conseguiu juntar até um pequeno exército, que expulsou ou destruiu os invasores", não seria "tenha conseguido"?
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Re: [Reino] Chemkrë

Mensagempor Emil em 20 Ago 2011, 13:57

Opa, muito obrigado! Arrumei a frase já, mas ainda preciso mudar esse "frisson".

Aproveitar pra dizer que eu descobri que eu não sei criar cidades, galera. Estou precisando de ajuda com elas.
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Re: [Reino] Chemkrë

Mensagempor Youkai X em 20 Ago 2011, 14:18

Eu ajudo, se quiser.

E li o gancho dos pergaminhos. Já dá pra imaginar uma aventura inteira sobre a busca pelo monastério e afins.
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