Workshop II- Mundo, cenário meu...
Workshop II- Mundo, cenário meu...
No último post, falamos sobre a narração. Ferramenta que cria o mundo onde vivem os personagens.
Mas e o mundo onde vivem os personagens?
Somos iniciados no RPG, acho eu, jogando em um mundo já pronto. Grayhawk, Yrth e New York by night, foram os cenários que conheci nas primeiras vezes em que joguei D&D, GURPS e Vampiro respectivamente.
Mas quando somos mestres é muito comum que algum dia nos bata uma inspiração, e somos levados a “brincar de deuses” criando o nosso próprio cenário. Achei um suplemento do D&D (World Guide book se não me engano) que ajuda os mestres a criarem seu mundo, mas ainda acho que a experiência daqueles que tentaram são mais consistentes.
Então, continuemos com o propósito desse workshop: a troca de experiência.
Como criaram seu mundo? Por que o fizeram? O que acha necessário? O que é descartável? Você se inspirou em que? Existem regras? Quais? Conte um pouco sobre seu mundo aqui.
Vou falar um pouco do meu.
Lá pelos meus 12 anos, eu li uma mangá falando sobre um mundo de magia, elfos, dragões e guerreiros. Mais tarde descobri que era o mundo de Loddoss, do anime Record of Loddoss War. Acontece que aquele mangá muito me inspirou e lá fui eu tentar criar o meu mundo medieval. O mapa dele foi à primeira coisa que fiz, peguei um mapa do litoral norte da Rússia e inverti. Dividi em 6 partes, 3 grandes reinos e 3 territórios. Incluí 2 cordilheiras, e 2 mares, um grande deserto e muitas ilhas. E decidi que ele seria único, original, idéia que nunca deu certo, mas eu era inocente na época.
A história começou com um deus, um único deus, sempre achei politeísmo muito inconveniente, monoteísmo é mais prático. Como adorava os dragões, criei Dracno (Lê-se Drak-no), um deus rebelde e criativo. Ele abandonou um panteão onde era cultuado com outros deuses para ser o deus de seu próprio mundo. Criou então o planeta Dracno, criou é exagero, ele apenas fez uma bola com atmosfera respirável e jogou nela criaturas mais perfeitas sendo a sua imagem e semelhança, para que se virassem com a pouca água, vegetação e fauna que tinha no local. Os humanóides dracônicos se viraram muito bem, muito mesmo.
Mais tarde eu conto como eles conseguiram e dou mais detalhes do mundo. E algumas dicas também.
Até breve.
Zack Sun, Paladino do Sol
Ps: Não deixem de visitar o primro post Workshop: A Narração, artefato criador de multiversos.
No último post, falamos sobre a narração. Ferramenta que cria o mundo onde vivem os personagens.
Mas e o mundo onde vivem os personagens?
Somos iniciados no RPG, acho eu, jogando em um mundo já pronto. Grayhawk, Yrth e New York by night, foram os cenários que conheci nas primeiras vezes em que joguei D&D, GURPS e Vampiro respectivamente.
Mas quando somos mestres é muito comum que algum dia nos bata uma inspiração, e somos levados a “brincar de deuses” criando o nosso próprio cenário. Achei um suplemento do D&D (World Guide book se não me engano) que ajuda os mestres a criarem seu mundo, mas ainda acho que a experiência daqueles que tentaram são mais consistentes.
Então, continuemos com o propósito desse workshop: a troca de experiência.
Como criaram seu mundo? Por que o fizeram? O que acha necessário? O que é descartável? Você se inspirou em que? Existem regras? Quais? Conte um pouco sobre seu mundo aqui.
Vou falar um pouco do meu.
Lá pelos meus 12 anos, eu li uma mangá falando sobre um mundo de magia, elfos, dragões e guerreiros. Mais tarde descobri que era o mundo de Loddoss, do anime Record of Loddoss War. Acontece que aquele mangá muito me inspirou e lá fui eu tentar criar o meu mundo medieval. O mapa dele foi à primeira coisa que fiz, peguei um mapa do litoral norte da Rússia e inverti. Dividi em 6 partes, 3 grandes reinos e 3 territórios. Incluí 2 cordilheiras, e 2 mares, um grande deserto e muitas ilhas. E decidi que ele seria único, original, idéia que nunca deu certo, mas eu era inocente na época.
A história começou com um deus, um único deus, sempre achei politeísmo muito inconveniente, monoteísmo é mais prático. Como adorava os dragões, criei Dracno (Lê-se Drak-no), um deus rebelde e criativo. Ele abandonou um panteão onde era cultuado com outros deuses para ser o deus de seu próprio mundo. Criou então o planeta Dracno, criou é exagero, ele apenas fez uma bola com atmosfera respirável e jogou nela criaturas mais perfeitas sendo a sua imagem e semelhança, para que se virassem com a pouca água, vegetação e fauna que tinha no local. Os humanóides dracônicos se viraram muito bem, muito mesmo.
Mais tarde eu conto como eles conseguiram e dou mais detalhes do mundo. E algumas dicas também.
Até breve.
Zack Sun, Paladino do Sol

Ps: Não deixem de visitar o primro post Workshop: A Narração, artefato criador de multiversos.
) , com o único propósito de empolgar e divertir
